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terça-feira, 3 de maio de 2016

EX-CARA PINTADA E ATUAL CARA-DE-PAU, LINDBERGH É HUMILHADO POR PROCURADOR DO TCU

Senador do PT do Rio de Janeiro foi tentar ensinar o padre a rezar a missa. Saiu humilhado. O fim do petismo é patético.
Lindbergh Farias tem uma história de vida sui generis. Despontou para a política como líder dos caras-pintadas que foram às ruas derrubar o ex-Presidente Fernando Collor. Ato contínuo, aderiu a UJS, União da Juventude Socialista, a juventude stalinista do PCdoB. No meio de seu primeiro mandato de deputado federal, descobriu que não era stalinista, mas sim trotskysta. Saiu do PCdoB e migrou para o PSTU. Em 1998, mesmo com 76 mil votos, não se reelegeu por seu novo micro-partido não atingir o coeficiente eleitoral. 
Em 2000, nova decepção. Mesmo sendo o quarto vereador mais votado do Rio de Janeiro, mais uma vez seu amado PSTU não atingiu o coeficiente eleitoral necessário. O que levou Lindbergh a tomar uma decisão dolorosa: voltar ao PT para conseguir um mandato novamente. Afinal, esta coisa de fazer política só por ideologia, sem cargos eletivos, não é das mais fáceis. O Congresso em que saiu do PSTU é lembrado até hoje por dirigentes mais antigos: Lindbergh chorou, fez profissão de fé trotskysta e implorou para que o PSTU lhe desse uma espécie de salvo-conduto. Ele iria ao PT, se elegeria e voltaria. O PSTU negou. Lindbergh foi do mesmo jeito. E nunca mais voltou.
Se alguém com seu histórico deveria militar na chamada esquerda petista, o hoje senador carioca tratou logo de demonstrar sua capacidade camaleônica e alinhou-se ao chamado grupo de direita dentro do PT, sob rígida liderança de José Dirceu. Tornou-se um soldado leal do dirceu-lulismo e até hoje mantém conversas quase diárias com o ex-Presidente para saber o que pensar, como agir, o que comer e até o ritmo em que deve respirar.
Hoje, Lindbergh foi tentar enquadrar o auditor do Tribunal de Contas da União que explicava a gravidade das pedaladas fiscais e o porquê de eleas justificarem o impeachment. Afirmou que ninguém que conhecesse o assunto confundiria pedaladas fiscais com decretos orçamentários suplementares. A resposta que ouviu foi devastadora e humilhante.
"O senhor tem razão, Senador. Ninguém que entenda do tema confunde pedaladas fiscais com decretos de crédito suplementar. Quem está confundindo é Vossa Excelência".
Este Sul Connection tem rido muito com o patetismo a que o petismo tem se exposto em seus momentos finais.
Lindbergh é a cara de uma geração que falhou miseravelmente, ainda que tenha se apossado do país como propriedade particular nos últimos 13 anos.
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