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sábado, 7 de maio de 2016

'Minha Casa, Minha Vida' tem novas denúncias e vira caso de polícia

Em São José do Rio Preto, no interior de SP, número de denúncias é tão grande que foi criada uma CPI para investigar irregularidades no programa.

Foi tanta denúncia, que a Câmara dos Vereadores de São José do Rio Preto criou uma CPI para investigar. O loteamento Parque Nova Esperança foi alvo das denúncias. São 351 suspeitas de irregularidades encontradas pelos fiscais do Conselho Regional de Corretores de Imóveis durante operações no noroeste paulista. A maioria das fraudes é de casas alugadas ou vendidas ilegalmente pelas famílias beneficiadas. Alguns loteamentos também foram invadidos, outros abandonados. A comissão encaminhou as informações apuradas para Caixa, que disse que está colaborando com as investigações. Mas afirma que verificou apenas 114 ocorrências. A Defensoria Pública também apura as fraudes.
Em Imperatriz, no sudoeste do Maranhão, quase 6 mil unidades do programa estão com a construção atrasada. Os futuros moradores começaram a ser cadastrados em 2012 e 2013 e até agora não tem nem previsão de quando vão receber as chaves. A Caixa informou que mais de R$ 170 milhões foram investidos e que um dos condomínios está atrasado por falta de recursos das construtoras. No outro, a Caixa alega que o problema foi uma empresa que descumpriu um contrato e já foi substituída.
Em Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, os promotores investigam denúncias em 354 apartamentos de dois condomínios financiados pelo “Minha Casa, Minha Vida”.
São mais de 600 pessoas suspeitas de participar da venda e locação ilegal dos imóveis. Alguns apartamentos financiados por R$ 60 mil teriam sido vendidos por R$ 80 mil. A investigação vai ser encaminhada para a Caixa nos próximos dias. E aí os envolvidos podem responder por falsidade ideológica e até perder os apartamentos. Se isso acontecer, as unidades são repassadas. Hoje, são mais de quatro mil famílias na lista de espera por moradia na cidade.
Em Mato Grosso, o Ministério Público Federal abriu 20 inquéritos para investigar irregularidades. Tem falhas no projeto, fraude na execução, venda e aluguel dos imóveis.
E tem também irregularidades na entrega dos documentos. A Prefeitura de Cuiabá disse que investiga todas as denúncias e já excluiu mais de 1 mil famílias sorteadas no programa por causa disso.
Só na semana passada, 30 famílias foram desligadas por terem renda superior a R$ 1.600 e já terem casa própria. As famílias têm até dez dias para recorrer da decisão.
A Caixa explicou que ampliou o convênio com o Conselho Federal de Corretores de Imóveis para reforçar a fiscalização. No caso de venda irregular, explicou que atua com a Polícia Federal para fazer a reintegração de posse. E que quem vende é obrigado a restituir o dinheiro e não pode mais participar de nenhum programa. E quem compra, perde a casa. Sobre os atrasos, a Caixa afirmou que a data da entrega é definida só depois da conclusão das obras. E que a seleção das famílias é responsabilidade de estados e municípios.
Nesta quinta-feira (5), teve mais uma inauguração do “Minha Casa, Minha Vida”, em Santarém, oeste do Pará.
O governo entregou quase 3.100 unidades. A presidente Dilma visitou uma das casas. Na saída, recebeu flores de um grupo de mulhere
Fonte:http://g1.globo.com/bom
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