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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Gleisi leva nova invertida; Janaína Paschoal dá aula de Direito e silencia senadora aloprada

Janaina-Conceição-

fonte:Ucho.info
A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) precisa urgentemente calibrar a mira política. Na quarta-feira (15), a petista foi “atropelada” por resposta humilhante de um técnico do Tribunal de Contas da União (TCU) quando tentou enrolar com suas conhecidas “conversinhas” balbuciadas em defesa da “presidenta”.
Como se fosse pouco, Gleisi levou uma “entupida” da jurista Janaína Paschoal, que deu uma ‘aula de Direito’ para a senadora que é licenciada na matéria, mas deve ter esquentado o banco da faculdade fazendo política partidária.
Janaína ministrou a Gleisi um ‘curso’ sobre “suspeição”. Para variar, a senadora paranaense, a maior implicada no escândalo do Petrolão (denunciada por cinco delatores e indiciada, juntamente com o marido, por corrupção passiva), tem o hábito de considerar como “suspeita” qualquer testemunha que fale contra os interesses do PT ou de Dilma Rousseff.
A advogada, signatária do pedido de impeachment, explicou a Gleisi o que é um parecer suspeito e o que significa suspeição. Provou, sem deixar dúvidas, que nenhum dos testemunhos que Gleisi tentava questionar era, de fato, suspeito.
Se há no âmbito do processo de impeachment alguém a ser considerado “suspeito”, na ponta da fila estão a própria Gleisi e boa parte da bancada petista, praticamente toda implicada de forma direta, por ação ou omissão, nos crimes que podem levar Dilma ao impedimento.
A senadora paranaense, que envergonha os eleitores do seu estado e constrange seus pares no Parlamento com sua parolagem desconexa, sofre de anorexia intelectual, a ponto de desempenhar papel pífio na tropa de choque da afastada Dilma.
Em vez de perder tempo com esse protagonismo marcado pela pequenez obediente, Gleisi deveria explicar aos brasileiros os motivos que a levaram a nomear um pedófilo, condenado a mais de cem anos de prisão, para o cargo de assessor especial na Casa Civil.
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