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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Vizinhos de Gleisi aplaudem ação da PF no apartamento da senadora em Curitiba Sob aplausos de moradores do Água Verde, dez agentes da Polícia Federal e da Receita cumpriram mandado de busca e apreensão na residência da senadora

Carro da Polícia Federal na frente do prédio em que Gleisi tem apartamento. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo | Vizinhos do prédio em que senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) mora em Curitiba comemoraram a ação da Polícia Federal (PF), que cumpriu na manhã desta quinta-feira (23) mandado de busca e apreensão no apartamento da petista. Os dez agentes da PF e da Receita Federal que participaram da operação na residência de Gleisi, que fica em um edifício no bairro Água Verde, foram recebidos e deixaram o local sob aplausos de moradores da vizinhança.
Os policiais e agentes da Receita ficaram por cerca de duas horas no apartamento. Entraram por volta das 6 horas da manhã e saíram pouco depois das 8 horas. Na saída, carregavam pastas com documentos e pen-drives. Gleisi estava em  Brasília e não acompanhou a operação em seu imóvel.
Moradores da região relataram ainda que, desde o fim de semana passado, haviam percebido que carros da PF circulavam pela região – num indicativo de que o apartamento da senadora já estava sendo vigiado.
A residência de Gleisi foi alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato conduzido pela Justiça Federal de São Paulo. Essa ação policial prendeu nesta quinta o marido de Gleisi, o ex-ministro do Planejamento e das Comunicações Paulo Bernardo.
A Operação Custo Brasil investiga o pagamento de propina por meio de contratos de prestação de serviços de informática firmados pelo Ministério do Planejamento, no valor de R$ 100 milhões, entre 2010 e 2015. Parte desse período inclui a gestão de Bernardo no Planejamento
Verônica afirmou que ainda não teve acesso ao processo que resultou na operação. “A gente precisa ter acesso ao processo para entender a decisão [da Justiça Federal de São Paulo]. Pelo que a gente conhece do caso, não há requisito autorizador que preencha as determinações da lei para o mandato de prisão [contra Bernardo]”, afirmou. Ela disse que irá estudar o processo para definir quais medidas podem ser tomadas sobre o assunto.
fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/
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