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terça-feira, 26 de julho de 2016

Líder do MST desafia Ministro da Justiça e ameaça parar o país após se Dilma não voltar


O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile desafiou a determinação do Ministro da Justiça, Alexandre Moraes sobre não tolerar manifestações violentas. Durante discurso nesta segunda­feira 25 ao lado da presidente Dilma Rousseff, em Aracaju (SE), Stédile prometeu: "Se não aceitarem Dilma de volta, vamos parar este País". Segundo o líder do MST, os manifestantes contrários ao impeachment e ligados às centrais sindicais têm que "assumir o compromisso de preparar uma greve geral neste país. Porque os poderosos podem controlar o Congresso, mas eles não produzem um grampo de cabelo, quem produz é a
Stédile estimulou que o militante de esquerda "assuma o compromisso de fazer uma vigília na casa dos senadores" na semana da votação do processo. "Não aceitaremos o governo golpista de Michel Temer", protestou. Segundo Stédile, "eles não contavam com a reação popular. Estamos aqui para dizer que não aceitaremos o governo golpista de Michel Temer. Eles não representam o povo brasileiro. Quem representa o povo brasileiro são os 54 milhões que votaram em Dilma", acrescentou. "Temos, como militantes, que redobrar forças para continuar nas ruas e retomarmos o mandato de Dilma", pediu sem muita convicção. Stédile e Dilma sabem que perderam o poder de mobilizar O líder do MST seguiu o roteiro previsto e encenou um apelo à presidente: "Dilma, não vá à Olimpíada". "Espero que Lula também não vá", pediu. "O comitê olímpico convidou o golpista do Temer. Eles que se lambuzem no golpe", completou, cinte de que nem Lula nem Dilma irão comparecer ao evento com receio de hostilizações violentas por parte dos cariocas. Dilma e Lula deixaram o Rio e evitam visitar o Estado a qualquer custo. 
fonte:http://www.imprensaviva.com
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