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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Plano da Unesco ensina aborto e direito à masturbação para crianças de 5 anos

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Unesco apoia o Criança Esperança.
[Texto atualizado em 2 de julho de 2016] –Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é ligada ao Unicef e muito conhecida no Brasil pelo apoio à Campanha Criança Esperança, promovida anualmente pela Rede Globo.
Por conta dos muitos boatos sobre aplicação dos recursos angariados, a TV Globo insistiu em veicular na sua programação que o dinheiro arrecadado pela Campanha é repassado integralmente para a Unesco que apoia diversos projetos no país.
O que a população precisa saber é da denúncia feita por  grupos a favor da vida e da família. Essas organizações alertam aos cidadãos  para o apoio da Unesco a projetos de caráter moral duvidoso.
No Brasil, o órgão ligado às Nações Unidas, lançou a versão da Orientação Internacional Sobre Educação e Sexualidade (2010), dividido em módulos para as faixas-etárias de 5 a 8 anos; 9 a 12 anos; 12 a 15 anos e 15 a 18 anos. A cartilha é destinada a escolas, professores e educadores em saúde.
” Se quisermos ter um impacto sobre crianças e jovens antes que se tornem sexualmente ativos, a educação abrangente em  sexualidade deve se tornar parte do currículo escolar formal, administrada por professores bem treinados e com apoio” diz a Orientação que sugere a educação sexual para crianças a partir dos 5 anos, como meio de combater doenças relacionadas ao sexo como a Aids.
Em todo o texto a palavra “sexo”  para designar se a pessoa é homem ou mulher é abolida e substituída por gênero. Logo no início há a explicação, “a diversidade é uma característica fundamental da sexualidade”.
O documento passou por severas críticas até seu lançamento. No conteúdo eles abordam edão respostas, embora que insuficientes às críticas como a que segue abaixo:
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Orientação prescreve educação sexual para crianças a partir dos 5 anos.
“A educação em sexualidade  é contra nossa cultura ou  religião”, diriam os que eles rotulam de conservadores.
Diz a resposta da Orientação: “a Orientação Técnica Internacional sublinha a necessidade da relevância cultural e de adaptações locais, engajando e criando apoio entre os guardiões da cultura numa dada comunidade. As partes envolvidas, incluindo líderes religiosos, devem participar da elaboração da futura forma da educação em sexualidade.Entretanto, o guia também enfatiza a necessidade de modi ficar normas sociais e práticas nocivas que não se alinham com os direitos humanos e aumentam a vulnerabilidade e o risco, especialmente para  meninas e mulheres jovens”.
Observem, a UNESCO até aceita a participação de lideranças religiosas na elaboração de um programa de educação sexual, entretanto, enfatiza a necessidade de modi ficar normas sociais e práticas nocivas que não se alinham com os direitos humanos e aumentam a vulnerabilidade e o risco, especialmente para  meninas e mulheres jovens. Se um colégio de matiz católica, por exemplo, entende que não é adequado falar sobre masturbação para uma criança de 5 anos, isso pode ser considerado uma ‘prática nociva que não se alinha aos direitos humanos’, logo precisa ser mudada. A criança precisa ser informada segundo o documento que pode tocar em suas íntimas, que isto dá prazer e não traz nenhuma consequência negativa.

Didática do permissivismo

O  programa é didático e ensina o passo-a-passo como introduzir educação sexual – basicamente confundido com a prática sexual – nas escolas.
O blog fez o resumo de alguns despropósitos listados para ser ensinado em cada faixa-etária.  Há ensinamentos sobre a masturbação, que é normal para crianças a partir de 5 anos; que relação sexual sem penetração é meio seguro para prevenção de gravidez e que o uso correto de preservativos é meio eficaz de combater as  doenças transmitidas pelo sexo. Logo de cara é prescrito que se deve ensinar às crianças que família é qualquer conglomerado de pessoas, aquela que conhecemos e chamamos de família tradicional, formada por pai, mãe e filhos, seria  apenas uma delas.

Orientação Internacional é didática.
Orientação Internacional é didática.

Projeto com apoio internacional

É esta a educação que você deseja para seus filhos e parentes? O programaconta com apoio internacional e tem objetivos bem claros.
O site da Abril.com publicou matéria na qual  representantes da família criticaram o projeto de educação sexual da Unesco. “Assim você tem uma situação onde as crianças precisam ser ensinadas antes de sua adolescência, esta não é a maneira de fazer essa educação”, disse Colin Mason em entrevista ao “The New York Times”, representante daPopulation Research Institute, organização que combate o aborto.
O documento fundamenta o comportamento sexual a partir do empoderamento, ou seja,  o adolescente tem o  direito por si, sobre seu corpo. Nem a família ou a religião  podem sugerir outro comportamento  à sua opção de ter uma vida sexual ativa, por exemplo.

Apoio ao aborto

O blog do prof. Felipe Aquino exortou que o Unicef, órgão a que está ligado a Unesco, também financia  projetos de aborto a meninas da professorfelipeaquinoÁfrica.
O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que o UNICEF (Fundo da ONU para a Infância)financia uma organização sulafricana que induz as meninas a manter um comportamento sexual e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais.
A organização abortista denominada“Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que o UNICEF  é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas.
Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o aborto, já que lhes indica as clínicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”.
FONTE:http://blog.opovo.com.br






Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas:
“Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de ninguém para fazer um 
O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que a UNICEF (Fundo da ONU para a Infância) financia uma organização sulafricana que induz as meninas a manter um comportamento sexul e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais.
A organização abortista denominada “Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que a UNICEF  é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas.
Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o aborto, já que lhes indica as clinicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”.
Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas:
“Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de niguém para fazer um aborto”.
Além disso, a organização afirma que as meninas podem fazer um aborto pois é um procedimento descrito como uma “sucção benévola” e as exortam a conversar com um trabalhador da saúde ou um conselheiro… alguém em quem podem confiar”, mas não com seus pais.
Logo após praticar um aborto, “Lovelife” recomenda aos namorados “celebrar juntos” e ter relações sexuais “pouco  a pouco”, pois, segundo eles, a menina sentirá logo uma “sensação de alívio”.
Sobre a homossexualidade, com a pergunta ingênua “Por que permitir que as partes humanas limitem o amor?”, a organização sugere às crianças e adolescentes a prática da homossexulidade. E, em lugar de preveni-los da AIDS,  e da transmissão de doenças venéreas, asseguram que o preservativo é uma proteção segura, “a melhor coisa para o sexo”.
Por seu “árduo trabalho” com crianças sulafricanas, “Lovelife” ganhou a estima das Nações Unidas e sobretudo da UNICEFE. Em um recente comunicado, a organização abortista indicou que foi a única selecionadas pela ONU para ser sinalizada como modelo na reunião oficial sobre a ONU em Nova York. (Fonte: Wáshington,  28/01/02 – AICA)
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