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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Em Jundiaí, Jardim Botânico retira tomadas por causa de pokémons Gramados e plantas foram destruídos pelo público; mais de 10 mil visitantes passaram pelo local no último final de semana


A Prefeitura de Jundiaí teve de reagir aos “caçadores” de pokémon que invadiram o Jardim Botânico da cidade. No primeiro final de semana após o lançamento de Pokémon Go no Brasil, o Jardim Botânico teve 5 mil visitantes por dia, e acabou com gramados e plantas destruídos pelo público, além de muito lixo. Para inibir os jogadores, a prefeitura da cidade retirou as tomadas do parque.
O diretor do Jardim Botânico, Renato Steck, disse que muitas pessoas desligaram bebedouros, entre outros objetos ligados às tomadas, para conectar extensões e carregar aparelhos celulares. “Pedimos para que as pessoas não mexam nos pontos de energia do parque, pois podem gerar choques elétricos”.
O visitante Rafael Nunes lamentou, porque é no Jardim Botânico que existe a maior concentração de "monstrinhos" em Jundiaí. Já Cândida Teixeira deu como sugestão para a Niantic – empresa que desenvolveu o game -, a troca do Jardim Botânico pelo Parque da Cidade, onde há maior espaço para as caçadas. “Alguém da Prefeitura precisa falar com eles”. 
Mesmo durante a semana, o Jardim Botânico passou a receber público grande e Steck está preocupado com a preservação das várias espécies de plantas – algumas delas consideradas raras pelos botânicos da instituição.
Plataforma. A “onda” Pokémon Go também deixou motoristas de ônibus preocupados, porque os passageiros estão descendo das plataformas nos terminais, para a pista, para caçar os "monstrinhos". O cobrador Jair José disse que é “um susto atrás do outro, com a molecada pulando na frente dos ônibus”.
Jaíne Bozelli apoiou a iniciativa da Prefeitura. Ela disse que algumas pessoas não estão preparadas. “Toda ação tem uma reação”, comentou. Tiago Vicentini acha que é “questão de Educação”. O diretor Renato Steck disse que houve invasões a canteiros, chafarizes e o lago e vai fazer o possível para preservar o espaço.
FONTE:http://link.estadao.com.br/
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