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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Venezuela congela relações com o Brasil após o impeachment; EUA mantêm

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SÃO PAULO  - O governo da Venezuela declarou que irá retirar seu embaixador do Brasil e congelar as relações com o país por conta do afastamento definitivo de Dilma Rousseff da Presidência. Em comunicado, Caracas classificou o impeachment como um “golpe”. Nicolás Maduro, presidente atual da Venezuela, assim como Hugo Chávez, ex­presidente venezuelano morto em 2013, são aliados históricos do PT e mantiveram relações próximas com o Brasil durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma. Já o Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que está confiante de que as relações bilaterais com o Brasil continuarão fortes após o impeachment. Na opinião do porta­voz do Departamento de Estado, John Kirby, as “instituições democráticas brasileiras atuaram de acordo com a Constituição do país”. "Subversão da ordem democrática" O governo do Equador também condenou o impeachment de Dilma e declarou que irá chamar seu embaixador para consulta
Em nota oficial, o Ministério de Relações Exteriores equatoriano classificou o afastamento definitivo de Dilma como uma “flagrante subversão da ordem democrática no Brasil e um golpe de Estado dissimulado”. Para o governo do Equador, políticos da oposição brasileira conspiraram contra a democracia para desestabilizar o governo e afastar Dilma do cargo de maneira ilegítima. “Diante desses acontecimentos, o governo do Equador decidiu chamar o encarregado de negócios na República Federativa do Brasil”, afirma o comunicado. “Estes lamentáveis acontecimentos, inaceitáveis em pleno século 21, supõem um risco para a estabilidade da região e um grave retrocesso na consolidação da democracia”, conclui a chancelaria equatoriana

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