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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

“Para ser santo, tem que sofrer”

Madre Teresa de Calcutá, em imagem de 1979, em visita a Alagados, em Salvador: “Não admiro a fome nem o relento, nem o frio”. Foto: Luciano Andrade

Canonizada no último domingo pelo papa Francisco, madre Teresa de Calcutá (1910-1997) já era chamada santa em vida: a “santa dos miseráveis”, como VEJA intitulou entrevista nas páginas amarelasda edição de 25 de julho de 1979. Nela, a missionária iugoslava, então com 69 anos, falava de sua Ordem das Missionárias da Caridade, que fundara na Índia em 1950, e rebatia algumas das críticas que já então recebia – todas recapituladas durante o processo que a alçou ao panteão dos santos.

Sobre o culto do sofrimento, por exemplo, madre Teresa defendia: “Para que cheguemos a ser santos temos que sofrer muito. O sofrimento engendra o amor e a vida nas almas”. Sobre a relevância da esmola: “Tratamos de uma pessoa, não de uma multidão”. Sobre a santidade na era contemporânea: “Todos nós somos chamados à santidade”. Sobre a metáfora gasta do peixe e da vara de pescar: “Muitas vezes já me disseram que eu não deveria oferecer peixes aos homens, mas, sim, varas para que eles pesquem. Ah, meu Deus! Muitas vezes ele nem têm forças para segurar as varas. Ao dar-lhes peixes, ajudo-os a recuperar forças para a pesca de amanhã.” Conformismo? “Se eu crio um estado de impaciência, de revolução social, sem ter o que propor de concreto e de bom para substituir aquilo que quero derrubar, não estou agindo acertadamente. No final, estarei frustrando as esperanças que tanto insuflei.”
fonte:http://veja.abril.com.br
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