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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Filho de Amarildo diz que sua mãe não foi constrangida pela equipe de Crivella

Elizabeth Silva ao registrar queixa contra Crivella na 11ª DP (Rocinha) (Crédito: Gabriel de Paiva / Ag. O Globo)
Elizabeth Silva ao registrar queixa contra Crivella na 11ª DP (Rocinha)
Crédito: Gabriel de
 Paiva / Ag. O Globopor Leandro Resende (leandro.resende@cbn.com.br)

Elizabeth havia registrado queixa por constrangimento, alegando que homens da campanha do candidato à prefeitura do Rio pelo PRB lhe deram dinheiro para comprar drogas e gravaram um vídeo com ela, em sua casa.

O filho do ajudante de pedreiro Amarildo Emerson Gomes de Souza declarou à CBN que sua mãe mentiu ao registrar ocorrência por constrangimento contra o candidato à prefeitura Marcelo Crivella, do PRB. Emerson disse ainda que não consegue contato com a mãe desde a tarde de hoje.
Durante a manhã, Elizabeth Gomes da Silva informou à polícia que representantes de Crivella foram à sua casa na noite de terça-feira. Eles teriam dito que Marcelo Freixo e o advogado dela, João Tancredo, teriam roubado parte dos recursos arrecados com a campanha "Somos Todos Amarildo", lançada depois do desaparecimento do pedreiro para ajudar a família dele. À polícia, ela disse que recebeu R$ 190 de um dos homens da equipe e que usou o dinheiro para comprar cocaína. Depois, gravou uma entrevista com eles sob efeito da droga.
Emerson confirmou que a equipe de Crivella esteve em sua casa na noite de terça-feira, mas disse que não houve consumo de drogas. Segundo ele, Elizabeth pediu à Associação de Moradores da comunidade que a campanha de Crivella fosse contatada e a entrevista foi previamente marcada. Emerson disse ter acompanhado todo o encontro, e afirmou não se lembrar se a campanha de Crivella induziu a mãe a falar mal de Marcelo Freixo. Ele também disse que a entrevista girou em torno da história de sua família. 
Emerson disse ainda não saber onde está a mãe. Segundo a coluna do jornalista Ancelmo Gois, no jornal "O Globo", Elizabeth deixou a Rocinha por questões de segurança. A CBN ainda não conseguiu contato com o advogado dela, João Tancredo.
Em nota enviada mais cedo, a campanha de Crivella alegou que foi avisada pela Associação de Moradores da Rocinha de que a viúva de Amarildo queria falar com eles, tendo recebido quatro vídeos com denúncias. A campanha também disse que uma equipe de quatro pessoas foi ao local para ouvi-la e negou que tenha ocorrido consumo de drogas ou álcool.
fonte:http://cbn.globoradio.globo.com/

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