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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Igreja Universal vira alvo da oposição

Resultado de imagem para CRIVELLAJornal do Brasil
A oposição política no Rio de Janeiro, ao invés de se preocupar com o projeto de governo ou com o próprio governo do prefeito eleito Marcelo Crivella, vem tentando atingir o segmento religioso, como se houvesse algum antecedente com setores religiosos no Brasil envolvidos em projetos de governo.
A Petrobras talvez tenha sido destruída por agnósticos ou políticos sem nenhum compromisso religioso. Portanto, essa preocupação só serve para radicalizar mais um povo que já vem sendo atingido pelos exemplos de indignidade por parte de políticos e de grande parte do segmento empresarial.
Agora, a Fiesp, que botou o pato em todas as passeatas, também paga o pato por ter seu presidente - que tanto fez para derrubar a presidente Dilma Rousseff, atacada pelo país de corrupta - também acusado de envolvimento com a nefasta corrupção do caixa dois.
São Paulo que já teve um líder nacional que marcou sua vida dizendo: "Roubo, mas faço". Também teve um outro que dizia que ia varrer a corrupção, mas que morreu numa cadeira de rodas vendo sua filha o conduzindo pelas ruas de Lausanne, em Genebra, para identificar o banco onde tinha feito depósito, na Suíça, mas que em função do seu derrame, não conseguia se lembrar. São Paulo que também teve um outro, que o mundo inteiro dizia que roubava, mas ele respondia: "É mentira, não tenho conta fora do Brasil." Talvez por isso, tenha parado de viajar. Com certeza não era o medo de ser preso pela Interpol. São Paulo que também tinha outro, que iniciou sua vida pobre, governou e, ao morrer, deixou fortuna que assombra os cartórios. E ainda outro que se envolveu, segundo noticiários e o Ministério Público, em corrupção no metrô. E também outro, candidato a presidente da República, agora denunciado também por caixa dois. Agora, tentam macular e eleição do Rio de Janeiro com a Igreja Universal. Deveriam tentar macular ou discutir a política com o recém-eleito prefeito, investigando se ele tem ou não caixa dois na campanha, se recebeu dinheiro da OAS, da Odebrecht, da Andrade Gutierrez, da Carioca Engenharia... Não. Estão preocupados com a Universal, que por sua vez deve estar preocupada com o desempenho do prefeito eleito. Afinal, é consciente que, se houver algum envolvimento com irregularidade no governo de Crivella, com a oposição que ele já sofre, com a dificuldade de ter maioria na Câmara de Vereadores e com a mídia absolutamente contra ele, se fizer um mau governo, não é só o Rio de Janeiro que vai pagar, é também a própria Igreja Universal.São Paulo é um exemplo de quantidade de governantes que não poderiam ir às praças públicas nos últimos protestos feitos pela dignidade do país. São Paulo é o estado onde tradicionalmente a corrupção não parece endêmica, e sim natural, por parte de muitos de seus governantes.
Com a crise que assola o país, o Estado do Rio e o município do Rio, Crivella pode ter dificuldade para fazer um bom governo, mas com certeza não terá, por todas as preocupações no entorno dele, seu nome envolvido com corrupção. 
Aqueles que se aproximam dele, ou pensam em se aproximar imaginando se locupletar, desistam. O foco de luz sobre esse senhor com certeza não dará espaço para esses que novamente tentam chegar perto do poder em busca de privilégios para enriquecerem, sem poder justificar seus ganhos.
Que a oposição ao prefeito eleito procure novas alternativas de críticas, e que seja de interesse do povo, e não de interesse religioso.
FONTE:http://m.jb.com.br
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