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sábado, 5 de novembro de 2016

Líderes evangélicos se unem a deputado para defender Israel Movimento pede que governo brasileiro reconsidere votos na ONU

Resultado de imagem para deputado roberto de lucenaA polêmica resolução aprovada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) de virtualmente eliminar a ligação dos judeus com Jerusalém e o monte do Templo, gerou diferentes protestos por parte de judeus e evangélicos. O papa Francisco também se posicionou sobre o assunto, lembrando os relatos bíblicos onde Deus promete a Terra Santa para os judeus.
Existem claras implicações religiosas, uma vez que o documento só usa termos árabes para se referir ao complexo do Monte do Templo (do qual o Muro das Lamentações faz parte), reiterando a ideia de que seriam sagrados “apenas para os muçulmanos”.
Além disso, o texto foi proposto por Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão, países islâmicos que apoiam o reconhecimento da Palestina como nação independente. Foram 24 votos a favor e seis contra, além de 28 abstenções. Apesar de ter votado com a maioria, o Brasil deixou claro que a resolução manteve problemas e linguagem incompatíveis com um tratamento equilibrado do tema, especialmente ao atribuir a Israel a responsabilidade pelo ciclo de violência na região.
O deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP) pediu explicações do Ministério das Relações Exteriores sobre esse posicionamento. Ele é pastor da igreja O Brasil para Cristo e um defensor da boa relação do Brasil com Israel. O parlamentear gravou um vídeo explicando sua preocupação com o assunto.
Nele, destacou que “O Brasil contribuiu para que tenhamos um documento justo, equilibrado é contribuir para que tenhamos a paz em Israel e no mundo”. Lembrou ainda que “há um componente de benção ou de maldição para aquele que abençoar Israel ou voltarem as costas para Israel”.
Lucena está trabalhando junto à bancada evangélica e a bancada católica da Câmara dos Deputados, bem como a entidades representativas dos judeus para que se abra um debate sobre o assunto no campo político, que pode refletir na posição adotada pelo Itamaraty daqui por diante.

Apoio de ONG e lideranças evangélicas

Andrea Fernandes, que é advogada internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, manifestou seu apoio a iniciativa. Ela acredita que “É uma incoerência abissal o Brasil apoiar uma deliberação da UNESCO que contraria fatos históricos irrefutáveis. Durante séculos os historiadores e escritores islâmicos reconheceram o Muro das Lamentações como parte remanescente do Segundo Templo judaico. O discurso palestino que tenta mudar a história e negar achados arqueológicos faz parte de uma jogada política para assegurar que apenas os muçulmanos têm direito à Jerusalém, seus santuários e monumentos. O próximo passo será pedirem à ONU que divida a cidade e reconheçam a porção oriental como sua capital”.
O pastor Paulo de Tarso, da Igreja Bethlehem de São Paulo, ligado ao Conselho Apostólico  Brasileiro, afirmou que há muitas igrejas acompanhando de perto esta questão e que vários líderes religiosos em breve deverão ir a Brasília para manifestar junto ao governo o seu apoio a Israel.
Conselho Apostólico
Conselho Apostólico
Ele afirmou ao Gospel Prime: “A Igreja envolvida com a política, tornando-se partidária, perde a capacidade de ser um testemunho de Cristo. Nenhum de nós, no entanto, pode se tornar indiferente quando o assunto é Israel. Cremos nas palavras da Bíblia e de que o destino de Jerusalém é ser um Local de convergência das nações, para a adoração. Sabemos pelas Escrituras que Deus deu a Terra de Israel ao povo judeu, e o Monte Moriah, onde foi edificado o Templo, que deveria ser casa de oração para todos os povos, como lembrou o próprio Jesus”
Explicou ainda que estão lançando um abaixo-assinado virtual, o qual convida que seja assinado por todos os cristãos brasileiros que amam Israel. “Oramos pela paz de Jerusalém e também temos nos alinhado em posições naturais, usando o expediente político, além de promover manifestações populares, pacíficas e legais, para mostrarmos nossa concordância com a Palavra de Deus e a vontade do Eterno para o seu povo, tanto cristãos quanto judeus”, enfatizou.
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