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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Cadela se despede do dono à beira da morte Terapias com cachorros podem ajudar na recuperação de pacientes. Especialistas explicam benefícios e ressalvas

Irmã do homem postou relato emocionante sobre a visita. No mesmo dia, ela anunciou que os órgãos de Ryan foram doados
A despedida de uma cadela ao seu dono está emocionando a internet. O caso aconteceu nos Estados Unidos com Ryan Jessen, de 33 anos, que teve uma hemorragia cerebral. O relato foi compartilhado por sua irmã em um post no Facebook.
O hospital fez a coisa mais doce por nós e nos permitiu trazer a cadela do meu irmão para ‘dizer adeus’, assim ela saberá o motivo do seu dono não voltar para casa. Se você conhecia meu irmão, sabe que ele realmente a amava”, escreveu.

No caso de Ryan, a família precisou de uma autorização para levar o animal para visitá-lo. No Brasil, também sempre com liberação prévia dos centros de saúde, já é comum que voluntários auxiliem no tratamento de pacientes com o uso da chamada cão terapia.
Segundo o psiquiatra e psicanalista Mário Louzã, a prática ajuda a quebrar uma rotina difícil de tratamentos. “Há um estímulo emocional. É difícil quem não teve um cachorro durante a vida. A técnica pode resgatar isso e ter um efeito terapêutico no paciente”, explicou.
O adestrador e especialista em comportamento canino Ricardo Tamborini realiza a terapia em hospitais e diz que a mudança nos pacientes é visível. “O ambiente de hospital é pesado e muitos ficam abatidos. Por alguns momentos, as pessoas podem esquecer um pouco dessa rotina e ficam mais alegres. É gratificante”, relatou.

Apesar da prática ser benéfica, Louzã explica que há, claro, cuidados necessários para que um cachorro visite um hospital. “Os cães que participam desse tipo de trabalho devem ser dóceis, ter as vacinas em dia e se relacionarem bem com pessoas desconhecidas”. O profissional ainda afirma que o trabalho acontece durante períodos curtos e não deve ser oferecido a pacientes com a imunidade baixa, para evitar contaminações.
fonte;http://veja.abril.com.br/
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