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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Influente rabino de Israel anuncia que Messias virá com sinal visível nos céus

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É bastante raro um jornal secular dá espaço para falar sobre a vinda do Messias judeu. Contudo, o Internacional Business Times, voltado para economia e negócios está falando sobre o assunto.
Em matéria publicada esta semana, destacou as previsões do Rabino Yosef Berger, líder da sinagoga Túmulo do Rei Davi, localizada no Monte Sião, em Jerusalém. Ele está anunciando: “O processo da vinda do Messias será acompanhado pelo surgimento de várias novas estrelas… Segundo textos antigos [Zohar e Rambam] ele não virá de Jacó… um descendente da tribo de Judá”.
O rabino Berger cita os escritos do famoso rabino Moses ben Maimon, apelidado de Ramban, que viveu no século 12. “Ele fala sobre esse versículo [Números 24:17] mostrando que a aparição de uma estrela brilhante é prova de que o Messias viria”.

As declarações coincidem com as recentes revelações dos astrônomos do Calvin College, no Michingan, Estados Unidos. Eles divulgaram que haverá uma colisão de estrelas em 2022 ou 2023. O professor Larry Molnar, ligado à instituição, diz que é impossível prever a data exata, mas comemora: “Há uma chance em um milhão de que uma explosão entre estrelas seja visível para nós. Isso nunca foi registrado antes”.
O Daily Mail, um dos jornais mais lidos do Reino Unido, também deu destaque ao assunto, afirmando que esse seria um sinal da “segundo vinda” de Cristo.
O fato é que essa explosão, que geraria uma supernova, será capaz de gerar uma luz intensa, facilmente visível da Terra.
Segundo os estudiosos, uma supernova pode ter um brilho 10 mil vezes mais intenso que as estrelas mais brilhantes que vemos no céu. Esse tipo de evento geralmente é impossível de ser previsto, pois ocorrem a milhões de anos-luz de nosso planeta.
O professor Molnar vem acompanhando a rota da estrela conhecida como KIC 9832227 desde 2013. Ele e sua equipe explicam que essa estrela é, na verdade, um sistema binário em que duas estrelas orbitam em torno de um centro de gravidade comum. Elas eventualmente irão se fundir e explodir. Quando isso acontecer, ela será visível na constelação de Cygnus (Cisne), que tem a forma de uma cruz e por isso também é conhecida como “Cruzeiro do Norte”.
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