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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Relator pede suspensão de mandato de Jean Wyllys por 120 dias O deputador do PSOL pode ser punido por cuspir em Jair Bolsonaro durante sessão de votação do processo de impeachment contra Dilma Rousseff.



Relator pede suspensão de mandato de Jean Wyllys por 120 dias
O deputado Ricardo Izar (PP-SP), relator do processo contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, pediu a suspensão do mandato de Wyllys por 120 dias por ele ter cuspido em Jair Bolsonaro (PSC-RJ).
O pedido foi feito durante a sessão da última terça-feira (13), porém a leitura completa do parecer do relator não foi feita por conta do início da ordem de votações em plenário.
Pode ser que o caso seja adiado para o ano que vem, depois do recesso parlamentar. Isso dará tempo para que o PSOL entre com o recurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contra o parecer de Izar.
O partido de Wyllys diz que o relator adiantou o seu voto e, por isso, dá direito de entrar com recurso por quebra de decoro. “Há pedido de vistas. Segundo, ocorrerão votos em separado, vai se abrir uma advertência aqui, e em terceiro tem possibilidade de recurso à CCJ porque o relator anunciou e disse em público que houve quebra de decoro, antecipou seu voto e isso não pode”, argumentou o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).
O processo disciplinar contra o parlamentar do PSOL foi aberto pelo deputado federal pastor Ezequiel Teixeira (PTN-RJ) que pediu à para que a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados encaminhasse ao Conselho de Ética.
O cuspe de Jean Wyllys foi bastante comentado pela imprensa durante a cobertura da votação do impeachment de Dilma Rousseff em abril de 2016. A Mesa Diretora da Câmara Federal autorizou o Conselho de Ética a abrir processo disciplinar nº 110.482 contra o parlamentar, com a indicação da suspensão do mandato do parlamentar por quebra de decoro.
Em sua defesa, Wyllys afirma que reagiu a insultos proferidos por Bolsonaro, seu principal desafeto na Câmara. Ele diz que foi chamado de “queima rosca”, “bichinha” e “veadinho” enquanto dizia que votava contra o impeachment.
Bolsonaro, por sua vez, diz que apenas gritava “tchau querida” juntamente com outros parlamentares que voltaram a favor da saída de Dilma.
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