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terça-feira, 30 de maio de 2017

Mãe de aluna do Pedro II detona doutrinação esquerdista nas escolas

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Não é só nos bairros pobres da periferia de São Paulo que o discurso esquerdista está descolado dos anseios da população. A julgar pelo exemplo de Maria Inez Medeiros, no subúrbio carioca também.
Mãe de aluna do Colégio Pedro II, acusado em ação do MPF de manter um núcleo do PSOL para “formar militantes” e fazer “campanha eleitoral” para Marcelo Freixo, a moradora de Brás de Pina, bairro da Zona Norte, destacou-se na Audiência Pública do MPE da Câmara Municipal do Rio de Janeiro na terça-feira (4), detonando a doutrinação esquerdista nas escolas brasileiras.
Transcrevo alguns trechos do discurso exibido no vídeo abaixo (e volto para comentar em seguida):
“Até hoje, tenho todo e total respeito aos professores, mas digo pra vocês: vocês me ensinaram, quem me educou foram meus pais.”
“Não à ideologia de gênero, porque eu não coloquei minhas filhas nas escolas para alguém fazer a cabeça dela ou doutriná-la com relação ao gênero ou sexo dela, eu coloquei e coloco minhas filhas na escola para que elas aprendam Matemática, Português, Ciências, Geografia, Biologia, seja o que for, e respeitem os seus pares, respeitem os seus coleguinhas, sejam eles meninos ou meninas”.
“Então o que nós queremos é que as famílias sejam respeitadas. Como já disseram aqui outras amigas: tudo bem se a sua família for composta de dois pais, de duas mães, mas não discriminem as famílias que são compostas de pai, mãe e filhos e filhas – nos respeitem para que nós também possamos respeitar vocês.”
“A minha filha entrou no Colégio Pedro II e, com quinze dias de escola, me perguntou: ‘Mamãe, você é homofóbica? Mamãe, eu acho que eu não tenho mais religião’. E aí? Não foi pra isso que eu coloquei a minha filha na escola. Não foi pra isso. Eu não coloquei a minha filha na escola para ser doutrinada, mas para ser ensinada.”
“Eu sou branca, mas eu tenho uma filha loira e uma filha negra. E aí?”
“Essa palhaçada de ideologia de gênero é uma coisa que estão querendo criar para desvirtuar as nossas crianças do ensino verdadeiro. Então ‘não à ideologia de gênero’ da forma como está sendo conduzida.”
“A minha bandeira é verdade, amarela, azul e branca e jamais será vermelha.”

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