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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Artistas saem em defesa de Fábio Assunção: 'Onde está a compaixão?'


Ivete Sangalo e Drica Moraes postaram mensagens de apoio ao ator



Fábio Assunção foi preso após arranjar confusão em um bar em Arcoverde, em Pernambuco

Fábio Assunção foi preso após arranjar confusão em um bar em Arcoverde, em Pernambuco Foto: Paulo Belote/Globo


Alguns artistas utilizaram suas redes sociais para publicar mensagens de apoio ao ator Fábio Assunção, preso na manhã de sábado, 24, no município de Arcoverde, em Pernambuco.

O ator, visivelmente alterado, arrumou briga em um bar e depois quebrou o vidro traseiro de uma viatura policial.
Após a viralização dos vídeos, que mostram Assunção completamente fora de si, alguns artistas saíram em defesa do ator e publicaram mensagens de apoio.
"Onde está a compaixão do país?", escreveu o apresentador Fabrício Carpinejar em uma longa carta aberta em seu Instagram. "Seja acolhido pelo carinho e amor das pessoas que te conhecem", publicou Ivete Sangalo.
Veja a seguir as publicações de outros artistas em apoio a Fábio Assunção:
VERGONHA DO QUE FIZERAM COM FÁBIO ASSUNÇÃO Fabrício Carpinejar Fiquei chocado com os vídeos do ator Fábio Assunção estirado no chão e preso em viatura em Arcoverde (PE). Pasmo não por aquilo que ele fez, fora de si, mas pelo deboche de todos à volta, sóbrio e serenos, com consciência para ajudar e que não demonstraram nenhum interesse para socorrer e amparar alguém claramente necessitado e com dificuldades de se manter em pé e articular um raciocínio lógico. Em vez de ajudar, ridicularizavam o profissional em uma fase difícil da vida e apenas aumentavam a sua agressividade. Quem aqui já não bebeu além da conta e falou bobagem? Atiçar um bêbado é armar um circo de horrores, é se divertir com o sofrimento alheio, é renunciar à educação pelo bullying anônimo e selvagem de massa. Onde está a compaixão do país? O que identifico é que torcemos pela queda de nossos heróis, pelo fim de exemplos. Odiamos silenciosamente aquele que alcança o sucesso. E permanecemos à espreita, como urubus com as asas dos aplicativos, para flagrar um tombo, uma gafe, um vexame da celebridade e espalhar pelos céus turvos da web. Talvez, infelizmente, desejemos que todo grande artista, como é Fábio Assunção, beije a lona para arrancarmos memes dos bolsos e ganhar notoriedade com gravações caseiras. Somos cada vez menos afetuosos e mais paparazzi das tragédias individuais. Não sabemos confortar com a nossa mortalidade quem é também humano e erra e falha e recomeça com a humildade do perdão. Não vou julgar e tampouco mergulhar em achismos, se ele estava sob efeito de drogas ou não, o que acontecia em sua vida privada para gerar tal descontrole. Quem teve um familiar transtornado ou viciado sabe que ele não é culpado, mas também é uma vítima e que o cuidado e a discrição são os únicos curativos possíveis para não aumentar a vergonha e as recaídas. Expor alguém em situação delicada é ser cúmplice de vandalismo psicológico. Todo celular hoje é uma arma de fogo. O que lamento é que aquele ator, sempre solícito para selfies e autógrafos, sempre disposto a conversar com qualquer um, não foi carregado pelo público quando realmente pediu. Texto na íntegra em www.facebook.com/carpinejar




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