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sexta-feira, 28 de julho de 2017

A raposa que Lula chama de Didi tomou conta de dois galinheiros Aldemir Bendine repetiu no comando da Petrobras as patifarias que colecionara na presidência do Banco do Brasil

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, concede coletiva no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (28)
O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, concede coletiva no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (28) (Sergio Moraes/Reuters)

A chegada de Aldemir Bendine à presidência do Banco do Brasil confirmou que o governo Lula escolhia ocupantes de cargos estratégicos não pela folha de serviços, mas pelo tamanho do prontuário. A transferência de Bendine para o comando da Petrobras avisou que o governo Dilma decidira institucionalizar uma norma que é a cara do lulopetismo: certas raposas de estimação merecem cuidar de dois galinheiros.
Quando assumiu a presidência da estatal devastada pela quadrilha do Petrolão, o amigo que Lula chama de Didi declarou-se envergonhado com a extensão da roubalheira. Preso nesta quinta-feira por ordem do juiz Sergio Moro, não pôde usar a passagem só de ida para Portugal. As revelações que fará decerto mostrarão que fez o que pôde para ampliar o imenso acervo de transações vergonhosamente criminosas.
fonte:http://veja.abril.com.br/tveja/1-minuto-com-augusto-nunes/bendine-uma-raposa-e-dois-galinheiros/
 
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