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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Braskem EUA descobre desvios para campanhas de Dilma e Lula

  
O pagamento de propina da Braskem para a campanha de 2010 foi revelado pelos procuradores americanos.
Foi consultado fontes que participaram diretamente do acordo da empresa com o MPF e pode relatar o episódio em todos os seus detalhes.
1 - Em 2009, Lula mandou Alexandrino Alencar negociar com Guido Mantega benesses fiscais para a empresa.
2 - Guido Mantega disse que atenderia a Braskem em troca de propina para a campanha de Dilma Rousseff.
3 - O ministro da Fazenda escreveu o valor da propina num pedacinho de papel: 50 milhões de reais.

4 - Os executivos da empresa discutiram o assunto e decidiram pagar a quantia exigida pelo PT por meio do departamento de propinas da Odebrecht.
O Senado dos EUA tem a intenção de intervir militarmente no Brasil Com clara intenção de fazer uma direita receita e provocações política, o senador Joe piton pediu que o presidente Donald Trump para fazer uma "força militar para entrar" no país presidido por Michel Temer, incitado pelo fato do presidente dar apoio a grupos de corruptos e não prender Lula e Dilma. O direito incitou caos social brasileiro e, apesar das tentativas do governo democrático do presidente Temer para controlar os impulsos do golpe do exterior pretende instalar a idéia de que os Estados Unidos devem intervir no país. Mídia apontam que senador Joe Piton pediu que o presidente Donald trump montar uma "força militar para entrar e conceda a paz no Brasil e, acima de tudo, garantir e proteger o fluxo de negócios para os Estados Unidos, tendo o cuidado destes recursos estratégicos." Com o argumento de deplorável para garantir os interesses dos EUA no mundo e para garantir a tensão social causada pelos mesmos interesses que defende o deputado conservador Arizona sugeriu "buscar o apoio de aliados" da Casa Branca para alcançar esse objetivo. O candidato presidencial pediu mobilizar uma frota de navios que os EUA têm na região, e disse que "é hora de acabar com essa pedra no sapato irritante e outros na América Latina. “O governo brasileiro já cobrou uma resposta formal e por escrito à Casa Branca. Em nota, o Departamento de Estado americano disse na terça-feira que "responderá pelos canais diplomáticos" aos questionamentos do Brasil. O departamento não comenta publicamente as denúncias, mas afirma que os EUA "sempre deixaram claro que reúnem inteligência estrangeira". Para o jornalista, o Brasil tem de dar uma resposta "enérgica" e "menos vaga" aos EUA. Segundo Greenwald, o que motiva os EUA a espionar até mesmo aliados é o desejo por poder. "Sempre que os Estados Unidos estão fazendo espionagem o poder deles aumenta muito. Então, para saber tudo o que eles querem fazer, coletam tudo o que for possível. Mas com certeza é para obter vantagens industriais e também por questões de segurança nacional." O jornalista mora no Brasil e namora um brasileiro, David Miranda, que foi parado pela polícia britânica e interrogado por nove horas, quando voltava de Berlim para o Rio de Janeiro no último dia 16. Notavelmente, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, criticou o cerco em curso dos sectores direito junto com os Estados Unidos para o desenvolvimento do processo revolucionário em seu país por 15 anos sob as tentativas de desestabilização em uma reunião de embaixadores da Comunidade América Latina e Caribe Unidos.
fonte:http://www.passedigital.com.br
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