SIGA-ME

SIGA-ME

Seguidores da revista

Clima Tempo

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

terça-feira, 11 de julho de 2017

O Brasil cheira mal, mas Minas está fedendo

Só nos resta tapar o nariz
O Brasil é em grande parte repugnante! Causa náuseas, asco. Um pedaço de terra que emporcalha o mundo, com seus habitantes violentos, mal educados, egoístas, ignorantes e corruptos. Todos? Não, claro. Mas uma boa parte, sem dúvida. Sobretudo a parte que comanda, que governa. Além, por óbvio, daqueles que lhe dá suporte, seja moral, operacional ou eleitoral.
Minas Gerais está coberto de vergonha. Governado por um suspeito de crimes os mais diversos. Falido, esfacelado e a beira do abismo, o estado se vê cada vez mais atrasado, mais pobre, mais carente e mais abandonado. Outrora politicamente influente, tornou-se berço de governantes suspeitos ou decadentes, quando não os dois juntos. Há muito, Minas não é nem sombra do que já foi. Perdeu prestígio, perdeu dinheiro, perdeu poder.
O palácio das Artes, um equipamento público, diga-se de passagem, palco de apresentações artísticas maravilhosas; a mais importante casa de espetáculos do estado; local onde desfilaram Paulo Autran, Bibi Ferreira, Mikhail Baryshnikov, José Saramago, Paulo Gracindo, Nelson Freire, Zubin Mehta, Tom Jobim, Milton Nascimento, Grupo Corpo e tantos outros seres iluminados, hoje, segunda-feira, dia 10 de julho de 2017, viu as trevas dominarem o ambiente e sentiu o cheiro de enxofre impregnando sua bendita alma.
Uma turba ruidosa e amoral — ou imoral, vá lá –, gente que enxovalha e destrói tudo o que toca, um bando hipócrita, cínico e mentiroso profanou os assentos do teatro principal e deu voz a um dos maiores (se não o maior) infames da história deste triste país. Pior! Aglutinou uma claque domesticada, como bezerros no pasto, a gritar e saudar um cafajeste como a um herói. O eterno grito de subserviência aos bandidos de estimação: “guerreiro, do povo brasileiro”.
Que fixação é esta por refrões de campo de futebol? Coisa mais brega, mais servil, mais humilhante. Que adoração estranha, que transforma seres livres em zumbis domesticados. Como pode alguém tão asqueroso assim, tão claramente sujo, desonesto, mesmo que subsidiando, com um pedaço de pão com salame, reunir dezenas de sodomizados a engolir os perdigotos que expulsa da bocarra grande? Que gente é essa, meu Deus? Como podem ser assim?
Aquele que solapou a democracia, que comprou parlamentares, que distribuiu propina, que corrompeu o sistema, que fraudou o sufrágio, que criou a maior máquina de corrupção da história mundial, que amealhou fortuna para si e para os seus, que dragou o pouco que sobrava de digno no país é a estrela de um evento que lançará um memorial… da democracia! Putz! Qual? A dele? Aquela onde o poder se compra e se corrompe? Onde se vive de palestras fakes, em imóveis de luxo emprestados, alaranjados? Onde jatinhos são cedidos como assentos de ônibus? Não dá para rir, tampouco chorar. Só dá para lastimar.
Lastimar estar cercado por gente assim. Lastimar viver num lugar assim. Lastimar ter de aturar um açougueiro comandar o país, um empreiteiro governar e um ex-presidente sobrepujar o que restou. Lastimar, por derradeiro, ter de, no limite, não só aturar tudo isso, mas o que é ainda pior… pagar!
É muita podridão para tão pouca laranja.
FONTE:http://blogs.uai.com.br/opiniaosemmedo/2017/07/10/o-brasil-cheira-mal-mas-minas-esta-fedendo/
Postar um comentário

Comentarios