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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Com RJ falido, sem pagar servidores, Pezão lança edital para alugar jatinho Governo do estado poderá gastar até R$ 2,5 milhões com o avião. Jato deve ter duas turbinas e capacidade para 6 passageiros, além da tripulação.

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O estado do Rio de Janeiro não está pagando salários em dia. Muitos servidores não receberam nem o 13º do ano passado. Falta dinheiro para manter serviços públicos em operação plena. Mesmo assim, o governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, acha que é hora de o governo estadual alugar um jatinho para ele poder viajar com mais conforto.
Imagine um convite para uma viagem de avião, e não vai ser em uma aeronave de voo comercial, não. Você vai de jato executivo. Ele vai ter banheiro privativo em compartimento independente da cabine de passageiros para maior privacidade, poltronas giratórias para possíveis reuniões e altura mínima de cabine de 1,65 cm para acomodar os passageiros mais altos. É o que o governo do estado do Rio classifica como "serviço de excelência".
Tudo isso está em um edital publicado nesta quinta-feira (10) para a contratação de uma empresa de táxi aéreo para servir o "chefe do Poder Executivo do estado", ou seja, o governador. A notícia foi publicada pelo jornal O Globo, na internet.
Além do conforto na cabine, o edital especifica o tipo de jatinho desejado. A aeronave deverá ser um avião a jato, com duas turbinas, com capacidade mínima de seis passageiros, além da tripulação.
Também deve ter velocidade mínima de cruzeiro de 750 km/h, autonomia mínima de três horas e meia de voo, sendo capaz de percorrer uma distância de 2.200 km para que seja possível ir do Rio de Janeiro a capitais, como Brasília, São Paulo e Belo Horizonte.
No meio de uma crise financeira dramática e sem pagar os salários dos funcionários públicos há quase três meses, o estado do Rio decidiu gastar R$ 2,5 milhões para que Luiz Fernando Pezão viaje em um jato executivo durante um ano para compromissos oficiais. Esse é o limite máximo previsto no edital.
É tanto dinheiro que o governador poderia ir e voltar de Brasília quase três vezes por dia em um voo comercial, o ano inteiro.
E se o governador optasse por uma ida e volta diária, saindo de manhã e voltando à noite, nos 365 dias, o gasto seria bem menor: em média, R$ 844 mil.
“O servidor do estado do Rio de Janeiro acha isso um absurdo. Nós já tivemos a história do spa de luxo do governador, e mais essa notícia em relação a essa licitação envolvendo o jatinho do governador para viagem. A gente acha isso uma inversão de prioridade, porque o servidor do Rio de Janeiro hoje está praticamente passando fome”, diz Luiz Eduardo Ferreira, do Sindicato dos Profissionais de Educação da Faetec.
Resposta
O governo do estado declarou que “é imprescindível garantir que os integrantes do Poder Executivo tenham flexibilidade de horários de voos e disponibilidade de aeronaves para deslocamentos de trabalho e emergências”.
O governo informou ainda que se não houver necessidade de usar todos os voos previstos no contrato, o estado vai pagar menos pelo serviço, e que a contratação é necessária porque terminou o contrato anterior, no valor R$ 3,4 milhões.
Fonte:http://g1.globo.com




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