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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Corpo de policial da Core morto em operação no Jacaré será enterrado no domingo no Rio Policial Civil Bruno Guimarães Buhler tinha 36 anos e há sete trabalhava na corporação. Ele foi saudado como 'guerreiro-herói' pela corporação.

Bruno Guimarães Buhler morreu no hospital após levar um tiro (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)ai ser enterrado neste domingo (13) no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio, o corpo do policial civil Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos. Ele foi morto na sexta-feira após ser baleado durante uma operação na comunidade do Jacaré, Zona Norte da Cidade.Bruno era lotado na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil. Ele foi baleado no pescoço e socorrido no Hospital Geral de Bonsucesso. Segundo a unidade médica, a equipe que o atendeu realizou todos os procedimentos para reanimação, porém, sem sucesso. O policial morreu após uma parada cardíaca.
Em nota, a Polícia Civil informou que Bruno foi admitido na corporação em 2010 e desde 2014 estava na Core, a tropa de elite da Instituição. Apelidado de Xingu, ele foi classificado pela corporação como “um exímio atirador”.
No comunicado enviado à imprensa, a Polícia Civil prestou solidariedade à família e aos amigos de Bruno, destacando o reconhecimento dado ao agente pelos sete anos dedicados ao trabalho policial. “Guerreiro-Herói: você viveu e morreu combatendo o bom combate”, enfatizou a corporação.
Operação no Jacarezinho
Além de Bruno, outra pessoa foi baleada na troca de tiros ocorrida durante a operação na comunidade do Jacaré. Identificada como André Macedo, a vítima foi baleada na perna direita e socorrida no Hospital Municipal Souza Aguiar.
A operação começou pela manhã e prendeu 15 pessoas, apreendeu 32 motos e seis carros, além de drogas. A ação, que também foi realizada na comunidade do Manguinhos, estava sendo elaborada há oito meses e contou com cerca de 200 homens da Delegacia de Combate às Drogas, da Força Nacional e de outras delegacias especializadas.
A intenção da polícia era cumprir 23 mandados de prisão.As circunstâncias em que Bruno foi baleado estão são investigados pela Polícia Civil.
PM Samir da Silva Oliveiro morreu após ser baleado no Rio (Foto: Reprodução)
PM Samir da Silva Oliveiro morreu após ser baleado no Rio (Foto: Reprodução)
Dois PMs assassinado em menos de 12 horas
Entre a noite de sexta-feira e a madrugada de sábado, dois policiais militares foram mortos na capital fluminense. Ambos os crimes ocorreram na Zona Norte da cidade.O primeiro caso ocorreu no Méier. O soldado Samir da Silva Oliveira, de 36 anos, lotado na UPP São João, foi atacado na Rua 24 de maio, em frente à estação Silva Freire, no Méier, também na Zona Norte.
Informações preliminares da PM apontaram que o soldado tentou abordar um carro suspeito quando os ocupantes do veículo atiraram. Samir foi ferido no rosto e socorrido para o Hospital Municipal Salgado Filho, onde morreu.
A PM fez buscas na região e, até as 21h, dois suspeitos tinham sido presos e foram conduzidos para a 26ª DP (Todos os Santos).
O outro caso ocorreu em Coelho Neto. A cabo Elisângela Bessa Cordeiro, de 41 anos, era lotada no 5º BPM, no Centro, e foi baleada durante um assalto na Avenida Pastor Martin Luther King.
De acordo com a polícia, o crime aconteceu por volta de 1h20 e Elisângela chegou a ser levada com vida para o Hospital Central da PM, no Estácio, também na Zona Norte, mas não resistiu aos ferimentos.
Ainda segundo a PM, Elisângela estava com o marido em um carro quando foram abordados por criminosos. Eles atiraram na agente e fugiram levando o veículo. O casal voltava do trabalho em uma barraca de batata frita de propriedade da família, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.
Elisângela Cordeiro tinha 41 anos e era lotado no 5º BPM (Foto: Arquivo Pessoal)Muito triste, o irmão da vítima, Marcos Bessa, lamentou a morte da policial. “Minha irmã tinha 41 anos e era cheia de vida. Estão matando polícia igual mosquito, mais uma morte na mão do sr. Sérgio Cabral e do Sr. Pezão, roubaram tudo o que tinha e o que não tinha e não sobrou nada pra segurança pública”, disse.
A PM não soube informar se a arma da policial foi levada pelos criminosos. O marido dela não ficou ferido.
fonte:http://g1.globo.com
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