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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Em ação controlada, PF prende duas servidoras do Incra por corrupção no DF Dupla cobrava propina para regularizar lotes em assentamentos no DF e no Entorno, diz investigação. Nesta terça, elas foram flagradas recebendo R$ 12 mil; Justiça Federal autorizou ação.

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A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (22), no Distrito Federal, duas servidoras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) pelo crime de corrupção. Segundo a PF, uma das suspeitas era investigada desde 2015 por um suposto pedido de propina, relacionado a um assentamento em Planaltina (DF), às margens da BR-020.
As prisões foram resultado de uma ação controlada e autorizada pela 10ª Vara de Justiça Federal do DF. Além de cumprir o mandado de prisão preventiva contra uma delas, a PF flagrou as duas mulheres recebendo R$ 12 mil para emitir parecer favorável para um lote, em um assentamento em Arinos (MG).
Após o flagrante, policiais federais também cumpriram mandados de busca e apreensão no escritório ocupado pelas mulheres, e na casa de uma delas . De acordo com a PF, uma das suspeitas era assistente de administração do Incra, e responsável por emitir "pareceres de regularização de lotes destinados à reforma agrária".
A ação da PF foi registrada em vídeo (veja acima). Em um dos trechos, é possível ouvir que uma das mulheres diz aos policiais que "alguém deixou o envelope ali", e que "não tem nada a ver com isso". As cédulas de R$ 50 e R$ 100 no pacote tiveram a numeração anotada, previamente, pelos policiais, como forma de garantir a autenticidade da ação controlada.
As mulheres foram encaminhadas à Superintenência da Polícia Federal no DF, no Setor Policial Sul. Depois de prestar depoimento, elas devem ser mantidas no local, à disposição da Justiça.




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