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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Enterro de policial da Core é marcado por homenagens de colegas da instituição

    Colegas de profissão carregam o caixão do agente
O enterro do policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) Bruno Guimarães Buhler, baleado durante confronto com criminosos na comunidade do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, foi marcado por várias homenagens de seus colegas da instituição. Entre elas uma chuva de pétalas de rosas despejadas por um helicóptero da Polícia Civil.
O policial, que deixe um filho de 6 anos, foi sepultado neste domingo, Dia dos Pais. Tanto o secretario de Segurança, Roberto Sá, quanto o chefe de Polícia Civil, Carlos Leba, destacaram a tristeza de estar sepultando um policial num dia como esse tão importante para as famílias.
O helicóptero da Polícia Civil lançou pétalas de rosasO cortejo foi acompanhado por centenas de policiais da Polícia Civil; do Bope, da Polícia Militar; da Polícia Federal; e da Polícia Rodoviária Federal; além de agentes da Força Nacional.
O caixão foi levado até ao túmulo por colegas da Core. Antes que ele baixasse à sepultura, todos rezaram a oração das forças especiais.
— Hoje é Dia dos Pais, e a gente enterra mais um herói — disse o secretário que participa pelo segundo dia consecutivo de enterro de policial.
Roberto Sá falou ainda das dificuldades enfrentadas pela polícia do Rio e conclamou à sociedade a cobrar por mudanças nas legislação.
á o chefe de Policiai Civil, Carlos Leba, disse que a polícia está perdendo um agente altamente capacitado. Bruno estava desde 2013 na Core e era considerado um dos maiores atiradores.
Colegas de profissão fazem uma salva de palmas para Bruno Buhler— A morte do Bruno é um perda irreparável. Não há nada que substitua um policial, em especial do naipe daquele que se foi. Portanto, foi como um guerreiro e foi como guerreiro numa operação exitosa, que momentos antes prendeu alguns chefes do tráfico, fez algumas apreensões de excessiva quantidade de drogas e motos usadas em roubos e, depois disso, voltou para apoiar um novo ataque ao narcotráfico, insatisfeito com a nossa ação — afirmou Carlos Leda, acrescentando: — Hoje, no Dia dos Pais, entregamos as bandeiras dobradas. Acho que o presente para esse filho deve ter tido uma conotação diferente de presente para o Dia dos Pais.
Nas horas vagas, Bruno gostava de surfar, principalmente na Praia do Recreio, na Zona Oeste, onde morava. Um colega dele, o radiologista Carlos Heider resolveu prestar uma homenagem levando uma prancha usada pelo policial para pegar onda. Os dois eram vizinhos:
— Ele era muito reservado com relação ao trabalho, não falava muito sobre isso. E costumava levar o filho para assistir o surfe. Acredito que num dia como hoje, se ele não estivesse trabalhando, estaríamos juntos pegando onda.
fonte:https://extra.globo.com
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