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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Moro encara Gilmar Mendes e manda prender condenados em segunda instância na Lava Jato


Em meio a declarações do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes sobre a sua disposição de manter em liberdade condenados em segunda instância, o juiz Sergio Moro ordenou, nesta quarta-feira (23), a prisão do executivo Marcio Andrade Bonilho e de Waldomiro de Oliveira, que trabalhava com o doleiro Alberto Youssef –ambos condenados em segunda instância na Operação Lava Jato. Ao conceder um habeas corpus esta semana, Gilmar Mendes escreveu que já manifestou tendência de mudar seu entendimento a favor de autorizar o início do cumprimento da prisão imediatamente após condenação em segunda instância. Moro não deixou nem os condenados escovar os dentes e mandou prendê-los logo que o TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região ordenou a execução imediata da pena. É a primeira ordem de prisão por execução provisória na Lava Jato a levar réus soltos para o regime fechado.Os dois respondiam ao processo em liberdade, mas segundo entendimento que
prevalece também no tribunal, a prisão deve ser requisitada logo após a condenação
em segunda instância. Por sinal, TRF-4 é o mesmo que recebeu esta semana a ação em
que o ex-presidente Lula foi condenado pelo juiz Sérgio Moro na primeira instância.
Moro seguiu o mesmo entendimento sobre a prisão imediata após a condenação em
segunda instância. "Há uma ordem do Egrégio Tribunal Regional Federal [...] e não
cabe a este Juízo questioná-la", escreveu Moro. O juiz foi oficiado nesta terça (22) pelo
TRF para mandar cumprir a pena.
"A execução após a condenação em segundo grau impõe-se sob pena de dar causa a
processos sem fim e a, na prática, impunidade de sérias condutas criminais",
comentou Moro. O juiz destacou que o valor da lavagem na refinaria Abreu e Lima
chegou a R$ 18 milhões.
Na mesma ação, foram condenados o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor da
Petrobras Paulo Roberto Costa, e os operadores Leandro e Leonardo Meirelles, Pedro
Argese Júnior e Esdra de Arantes Ferreira -mas todos eles fizeram acordos de delação
e cumprem pena em regime diferenciado.
O despacho de Moro determina que eles sejam conduzidos a uma prisão estadual no
Paraná ou à carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
fonte:http://www.imprensaviva.com
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