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sábado, 26 de agosto de 2017

Quem são os procuradores da Lava Jato em São Paulo Força-tarefa paulistana da operação apura em 12 inquéritos relatos de caixa dois e pagamentos de propina das delações premiadas da Odebrecht

José Roberto Pimenta Oliveira, Thaméa Danelon, Thiago Lacerda Nobre e Anamara Osório da Silva
José Roberto Pimenta Oliveira, Thaméa Danelon, Thiago Lacerda Nobre e Anamara Osório da Silva (Alesp; Eduardo Anizelli/Folhapress;/Agência Brasil/Divulgação)
 
Três anos e meio depois do início da Operação Lava Jato, as investigações do maior caso de corrupção da história do país chegaram, enfim, a São Paulo. Em meados de julho, a Procuradoria-Geral da República (PGR) autorizou a criação de uma força-tarefa do Ministério Público Federal na capital paulista, com quatro procuradores responsáveis por investigar as revelações de executivos do Grupo Odebrecht em suas delações premiadas: Thiago Lacerda NobreThaméa Danelon ValiengoAnamara Osório Silva e José Roberto Pimenta Oliveira.
Dos 12 inquéritos já instaurados a pedido da força-tarefa da capital paulista, dez apuram pagamento de caixa dois a campanhas políticas e dois investigam supostos pagamentos de propina pela Odebrecht nas obras da Linha-2 do metrô e em um acordo judicial firmado entre a empreiteira e o estado de São Paulo, referente à rodovia Carvalho Pinto.Outras duas possíveis frentes de investigação a partir de delações da empresa não tiveram inquéritos instaurados até o momento. Uma delas trata de suposta “mesada” que a Odebrecht teria desembolsado a José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; a outra, do suposto “auxílio” do empresário Emílio Odebrecht a uma liga de futebol americano idealizada por Luís Cláudio Lula da Silva, filho caçula do petista, em troca da atuação de Lula para aproximar a empreiteira do governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
A defesa do ex-presidente rechaça as acusações e afirma que “depoimentos de delatores, segundo texto expresso de lei, não têm qualquer valor probatório”. “Essas investigações não têm qualquer relação com a Lava Jato, conforme decidiu o STF […] Caso essas investigações sejam incluídas no âmbito da Lava Jato, acionaremos o STF para que o tribunal possa fazer prevalecer a autoridade de suas decisões”, diz, por meio de nota, o advogado Cristiano Zanin Martins.
FONTE:http://veja.abril.com.br
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