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sábado, 26 de agosto de 2017

Sangrou até morrer: Menino Kaun foi estuprado por professor e adolescentes Garoto foi visto pela última vez no dia 25 de junho. Adolescentes relataram tudo sobre o crime na delegacia. O suspeito

Resultado de imagem para Sangrou até morrer: Menino Kaun foi estuprado por professor e adolescentes Garoto foi visto pela última vez no dia 25 de junho. Adolescentes relataram tudo sobre o crime na delegacia. O suspeito nega as acusações.
O últimos momentos de vida do menino Kauan não foram nada fáceis. Desaparecido desde o dia 25 de junho, o menino de apenas 9 anos foi encontrado a alguns meses e a investigação da Polícia Civil apontou que o garoto foi vítima de estupro coletivo e esquartejado pelo menos duas vezes.
O algoz da vítima é o professor, de 38 anos, segundo os próprios investigadores.
Paulo Sérgio Lauretto e Aline Sinot são os delegados do caso e disseram que os quatro adolescentes envolvidos no caso contaram a mesma versão várias vezes. Eles inclusive relataram o que aconteceu com o menino depois de semanas de investigação, quando tiveram a certeza absoluta de que o professor não teria sua liberdade concedida.Um menino de 14 anos (que está apreendido) relatou que ele e mais dois adolescentes foram do até a casa do acusado. Chegando lá, prosseguiu relatando, ele foi forçado a ficar com Kauan enquanto outros dois iam buscar um quarto garoto adolescente. Enquanto estes saíam, o professor cometeu a série de abusos sexuais, levando o pequeno Kauan a sangrar ali mesmo no local que, não suportando a tamanha dor, desmaiou. O garoto confessou que no momento em que os outros chegaram o professor os obrigou a continuarem o estupro.
Para a Polícia, após o abuso, o professor esquartejou o corpo e o colocou em um saco preto no porta-malas de seu carro.
Segundo a Polícia, a versão dos adolescentes surpreende por um outro detalhe: o professor teria ido até o Rio Anhanduí, onde colocou o saco preto sobre uma pedra, voltou para o carro e levou cada um dos garotos para casa.A partir daí, os meninos afirmam não saber o que aconteceu em seguida.
Mas tudo indica que logo após deixar os garotos em casa o professor teria voltado ao local, pegado o saco preto e ido para a sua residência e em um dos cômodos que fica nos fundos, deu prosseguimento, uma vez mais ao esquartejamento. A Perícia com luminol indicou grande quantidade de sangue de duas pessoas do sexo masculino. Um deles é parcialmente compatível com o da mãe de Kauan. Mas o resultado é inconclusivo, justamente porque não havia nenhum um objeto na casa do menino que tivesse sido utilizado apenas por ele.
O inquérito ainda continua sendo formado e a polícia espera que pelo menos os dados periciais possam apontar uma conclusão mais definitiva sobre a autoria do crime.
Se comprovado, o acusado poderá ser indiciado pela prática de estupro de vulnerável seguido de morte, corrupção de menores e ocultação de cadáver.


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