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sábado, 2 de setembro de 2017

Homem que ejaculou em mulher em ônibus volta a atacar e é preso Diego Ferreira de Novais assediou outra passageira dentro de um transporte público e acabou detido após ser contido pelos passageiros

   Diego Ferreira de Novais
Diego Ferreira de Novais deixa a delegacia após ser preso ao ejacular sobre o pescoço de uma passageira de um ônibus na avenida Paulista, em São Paulo (Reprodução/TV Globo)
O homem que foi solto na quarta-feira após ser detido por ejacular em uma jovem dentro do ônibus, em São Paulo, foi preso novamente na manhã deste sábado. Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, atacou outra mulher, dessa vez em um ônibus que passava pela Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na região do Jardim Paulista. Pela segunda vez em menos de uma semana, ele foi impedido por passageiros de sair do ônibus, e encaminhado ao 78º DP, segundo a Polícia Militar.O Centro de Operações da Polícia Militar confirmou a prisão, mas não informou mais detalhes sobre o novo caso. Os envolvidos prestavam depoimento à polícia por volta das 10h. O 78º DP informou que o caso foi semelhante ao ataque que levou à prisão do homem na última terça-feira, sem dar maiores detalhes. O ajudante-geral tem agora 16 passagens semelhantes na polícia, registradas nos últimos oito anos. O seu modus operandi é o mesmo: dentro do ônibus, ele se aproxima da vítima, mostra o pênis e, eventualmente, passa o órgão ou ejacula na mulher.
Ataque
O último ataque aconteceu na terça-feira. Diego Ferreira de Novais foi libertado no dia seguinte, após audiência de custódia. Para o juiz José Eugênio do Amaral Souza Neto, não havia elementos para enquadrá-lo no crime de estupro. Amaral entendeu não ter havido violência na ocorrência, posição que contou com a concordância do promotor Márcio Takeshi Nakada. A decisão foi seguida por críticas dos que acreditam que, diante da recorrência da prática – Novais tem 14 passagens pela polícia por condutas similares -, o resultado da audiência poderia ter sido outro que não a liberdade.
O próprio pai de Novais defendeu que o filho fosse preso, após a liberação da Justiça. “É perigoso que uma pessoa dessa fique solta, e o delito que ele pratica não é justo”, disse o aposentado de 65 anos, que preferiu não se identificar ao ser entrevistado pelo Jornal do SBT.
Fonte:http://veja.abril.com.br
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