SIGA-ME

SIGA-ME

Seguidores da revista

Clima Tempo

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

(NOTICIAS TENDENCIOSA DO SITE UOLhttps://noticias.uol.com.br )Militares desrespeitam padrão do Exército com uso de lenços de caveira na Rocinha...

Na Rocinha, militares chamam atenção por máscaras com desenhos de caveiras
Na Rocinha, militares chamam atenção por máscaras com desenhos de caveiras

O conflito armado na Rocinha, no Rio de Janeiro, levou as Forças Armadas para o local. E a operação militar deflagrada com objetivo de acabar com uma sangrenta disputa entre grupos rivais pelo controle do tráfico de drogas trouxe um novo cenário à favela. Militares com lenços de caveira caminham pelas vielas e chamam atenção dos moradores. Os lenços com desenhos, usados pelos militares das Forças Armadas, no entanto, estão em desacordo com o padrão estabelecido pelo Exército. Ao UOL, a corporação informa que há cores específicas para uso dos acessórios pelos soldados. A assessoria de imprensa do Conjunto das Operações em Apoio ao Plano Nacional de Segurança Pública esclarece que os soldados só devem usar balaclavas, como são chamados os acessórios, nas cores preta e azulferrete. "O uso de peças em desacordo com tal regra está sendo apurado", afirma a nota. Em maio deste ano, oficiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) já haviam usado um lenço, à época chamado de "palestino", para se protegerem contra estilhaços.
Na última sexta-feira (22), as forças de segurança subiram a Rocinha em uma grande operação militar com objetivo de acabar com uma sangrenta disputa entre grupos rivais pelo controle do tráfico de drogas. Foram mobilizados, na ocasião, mais de 1.000 policiais e homens do Exército, além de tanques de guerra. O estopim da briga foi uma tentativa de invasão à comunidade de um grupo de criminosos leais a Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que cumpre pena na penitenciária federal de Porto Velho (RO). Mesmo detido, ele teria ordenado o ataque contra o bando de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, que assumiu a chefia do crime organizado na região após a prisão de Nem, em 2011. Em apenas dois dias, pelo menos quatro pessoas morreram e mais de 3.000 alunos ficaram sem aula
FONTE:https://noticias.uol.com.br/
Postar um comentário

Comentarios