SIGA-ME

SIGA-ME

Seguidores da revista

Clima Tempo

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

'Colocaram funcionários da Alerj nas galerias e o povo ficou do lado de fora', diz coordenador do Muspe Segundo ele, novas ações judiciais serão tomadas nos próximos dias contra a decisão que indicou a soltura do presidente da Alerj, Jorge Picciani, os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi.

Manifestantes realizam protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro do Rio de Janeiro (RJ), nesta sexta-feira (17). (Foto: ALESSANDRO BUZAS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Manifestantes realizam protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro do Rio de Janeiro (RJ), nesta sexta-feira (17). (Foto: ALESSANDRO BUZAS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Coordenador do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Rio, Ramon Carrera afirmou que funcionários da Alerj foram posicionados nas galerias da casa, para impedir o acesso dos servidores ao local durante a votação da soltura de Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo. O acesso dos manifestantes tinha sido liberado por uma decisão judicial na tarde desta sexta-feira (17).
Carrera disse que a oficial de justiça que foi notificar a Alerj da decisão foi agredida e que sua entrada só foi liberada após uma hora e meia. “Eles colocaram funcionários da Alerj para preencher as galerias, e o povo ficou do lado de fora”, lamentou.
O G1 pediu um posicionamento para a Alerj sobre a acusação do Muspe, mas até o momento não obteve retorno.
Segundo ele, novas ações judiciais serão tomadas nos próximos dias contra a decisão que indicou a soltura do presidente da Alerj, Jorge Picciani, os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi. Durante a votação, servidores tentaram forçar as grades de isolamento da Alerj, e PMs responderam distribuindo balas de borracha e bombas de efeito moral.
A decisão de liberar as galerias durante a votação foi da juíza Ana Cecilia Argueso Gomes de Almeida, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), atendendo a um pedido feito pelo Ministério Público do Rio.
Em sessão extraordinária realizada na tarde desta sexta-feira (17), os deputados estaduais revogaram as prisões dos colegas Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Paulo Melo - que também já presidiu a Casa - e Edson Albertassi, atual líder do governo.
Em votação aberta, 39 deputados votaram por soltar os três colegas presos, seguindo o parecer aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, enquanto a manutenção das prisões recebeu 19 votos. Um deputado se absteve e até o mo
FONTE:https://g1.globo.com
Postar um comentário

Comentarios