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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Vazam Documentos, Notas E Contratos Que Reforçam Delação Da JBS Contra Temer

Dois fornecedores de uma campanha apoiada por Michel Temer em 2012 receberam, durante as eleições, R$ 1,160 milhão do frigorífico JBS, do delator Joesley Batista.
Trata-se de um dos capítulos da megadelação que cita especificamente o presidente Temer.
De acordo com o delator, partiu de Temer o pedido para que a JBS ajudasse a custear a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012, pelo PMDB.
Joesley então apresentou à Procuradoria-Geral da República uma tabela com o “beneficiário” Michel Temer e uma série de notas fiscais de empresas que, segundo o delator, eram caixa dois para Chalita.
Esse é o resumo que Joesley Batista fez do caso:
BuzzFeed News cruzou as notas fiscais pagas pela JBS com os fornecedores da campanha de Chalita em 2012. Em dois casos, o mesmo prestador de serviços enviava uma nota para a campanha e, usando outro CNPJ, recebia também da JBS.
Foi assim que aconteceu com a MPB, especializada em marketing político. Nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), essa empresa recebeu R$ 450 mil da campanha de Chalita.
De acordo com os registros da Receita Federal, a MPB tem entre seus sócios Augusto Fonseca e Eduardo Freiha.
Já nas notas fiscais da JBS, aparecem as empresas Opinião Comunicação e a MPC. No total, as duas receberam R$ 960 mil do frigorífico. As notas foram emitidas em agosto de 2012, quando a campanha de Chalita já estava na rua.
Esta foi a nota emitida pela MPC.
Os registros da Receita Federal mostram que os sócios da MPC e da Opinião são também da MPB, aquela que trabalhou na campanha de Chalita: Eduardo Freiha e Augusto Fonseca.
Em outras palavras: Eduardo Freiha e Augusto Fonseca receberam por meio de suas empresas dinheiro da campanha de Chalita e da JBS. Na campanha, em julho e setembro de 2012. Do frigorífico, em agosto daquele ano.
Situação similar aconteceu com as firmas de Luiz Romagnoli. Na campanha, a empresa Com Til recebeu R$ 350 mil entre setembro e outubro de 2012.
Já a empresa Romagnoli Comunicação recebeu R$ 200 mil da JBS entre agosto e setembro.
Ambas são do mesmo dono e, de acordo com os registros da Receita, funcionam no mesmo local.
BuzzFeed News enviou e-mail para os empresários citados, mas não obteve resposta.
O presidente Michel Temer negou as acusações da JBS.
“Jamais houve pedido de ajuda financeira do presidente Michel Temer a Joesley Batista para a campanha de Gabriel Chalita, ainda mais de forma irregular mediante Caixa 2”, diz a nota enviada pelo Planalto.
A reportagem não conseguiu contato com Chalita. Mas, no passado, ele disse que “todos os recursos recebidos na minha campanha foram legais, fiscalizados e aprovados pelo Tribunal Regional Eleitoral”.
fonte:https://www.noticiasbrasilonline.com.br
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