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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

“Todo ser vivo reage ao toque de suas feridas, ainda que não seja explicitamente.

  A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, texto, atividades ao ar livre e natureza
“Todo ser vivo reage ao toque de suas feridas, ainda que não seja explicitamente. Nossos toques nem sempre são delicados. Você já refletiu que o estado psicológico mais fragilizado pode ser comparado a uma ave de peito ferido e asas partidas? Ou a imagem de uma criança que teima em se esconder sob a capa de um forte adulto? Na dor, muitos de nós se escondem como o felino que deseja ficar só para lamber suas feridas. Se você for tratar o ferimento de uma onça, precisará de um manejo especial. Seres humanos requerem uma extrema delicadeza, quando as suas feridas estão na alma. Muitos de nós morrem de pé, não vergam, mas se quebram inúmeras vezes na vida. Onde está o equilíbrio entre ser forte sem ser inflexível? E quando alguém toca num ponto seu, sensível, e a sua reação é explodir? Já refletiu em suas reações mais exageradas? Indague-se: “Que ferida oculta eu teria para reagir como um felino ferido, um passarinho de asa quebrada, ou uma criança birrenta”? Acredite, a insistência de alguém sobre algum ponto da sua personalidade, coisa que você não suporta ouvir, pode ser o toque de alguém que não queria te ferir ainda mais, e apenas deseja ardentemente encontrar o bálsamo para te curar de males que você rejeita ou não consegue enxergar. Em vez de explodir, pare e reflita - “Por trás do que essa pessoa me diz, qual o segredo tão oculto? Ela quer somente pisar em minhas feridas ou, ocultamente, ela sofre por mim, e gostaria apenas que eu ficasse curado”? A delicadeza nunca é suficientemente grande para tocar suas feridas, mesmo que a nossa melhor intenção seja balsâmica. E haja em nós um profundo, muito profundo desejo de te curar. Por isso, perdoe-nos quando tocarmos suas feridas. Perdoe-nos quando doer. Legítimo é o bálsamo que queremos te entregar.” - Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon
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