SIGA-ME

SIGA-ME

Seguidores da revista

Clima Tempo

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Traficante Rogério 157 é preso no Rio de Janeiro Criminoso da facção Amigos dos Amigos (ADA) era o líder do tráfico na Rocinha e um dos responsáveis pelos conflitos que se arrastam desde setembro


O traficante Rogério Avelino dos Santos, o Rogério 157, foi preso na manhã desta quarta-feira na comunidade do Arará, no Rio de Janeiro, após operação integrada das forças de segurança do estado. Rogério 157 é o comandante de um dos grupos rivais que entrou em conflito nas favelas da cidade, sobretudo na Rocinha, nos últimos dois meses. O outro grupo é liderado por Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem.A operação envolve as polícias militar e civil, o Exército, a Força Nacional de Segurança e a Polícia Federal e ocorre nas comunidades do Arará, Mangueira e Tuiuti, na zona norte do Rio. Segundo a Secretaria de Segurança, as Forças Armadas atuarão no cerco às comunidades. Algumas ruas da região estão interditadas.
Não se sabe ainda como a Polícia Militar descobriu o paradeiro do traficante, procurado desde a eclosão do conflito na Rocinha. O disque-denúncia oferecia 50.000 reais pela prisão de Rogério 157. O adversário do traficante, Nem, está preso desde 2011, mas continua, sendo investigações, liderando companheiros de dentro do presídio federal em que se encontra detido.Os dois traficantes pertenciam à facção Amigos dos Amigos (ADA). Insatisfeito com o poder que Rogério 157 assumiu na Rocinha após sua prisão, Nem deixou a ADA e passou a integrar o grupo Comando Vermelho (CV), dando contornos dramáticos ao conflito nas favelas cariocas.
Investigação da Polícia Civil de São Paulo revelou, em outubro, que os traficantes do ADA foram ajudados pelo grupo paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) com armas e munições. O PCC e o CV são grupos rivais nas penitenciárias a nível nacional.
fonte:https://veja.abril.com.br/
Postar um comentário

Comentarios