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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Deixei o feminismo porque enxerguei que o cristianismo é algo maior, diz escritora

A jornalista, escritora e youtuber Fabiana Bertotti lançou recentemente o livro Onde Mora a Felicidade?, pela Pórtico, um selo da Editora Planeta. Uma das influenciadoras de maior audiência no meio cristão, seu canal no YouTube possui mais de 475 mil seguidores, que acompanham seus vídeos sobre temas femininos atuais, incluindo o feminismo.

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Em uma entrevista recente, Fabiana Bertotti afirmou que o principal argumento que funciona como combustível do movimento feminista contra o cristianismo – a “polêmica” submissão da mulher ao marido – tem a mesma força de um boato, pois o termo é usado para promover uma interpretação rasa e limitada, fora do contexto.

“O primeiro texto (Efésios 5:25) diz para os maridos amarem as esposas como Cristo amou a Igreja. Cristo morreu pela Igreja, mesmo ela sendo infiel e não totalmente devota à Ele. Eu não acho que dizer às esposas para serem submissas a seus maridos seja mais difícil do que amar as esposas como Cristo amou a Igreja”, pontuou Fabiana Bertotti, em entrevista ao portal Guia-me.

“Quando você entende o contexto em que isso foi escrito e a mensagem de submissão — que tem a ver com a proteção que é dada pelo marido e mostra a submissão como reconhecimento ao sacerdócio dele no lar — eu acho que a missão da mulher é muito mais fácil”, prosseguiu.

De acordo com a youtuber, a ausência do contexto e de uma explicação dos valores embutidos nessa doutrina bíblica pode levar as pessoas a rotularem a Deus como um ser “machista”, o que também não condiz com a narrativa bíblica interpretada sem conceitos pré-estabelecidos.“Se você for estudar a Bíblia hermeneuticamente, você vai descobrir um Deus que no decorrer da história tenta reconstruir a imagem da mulher para uma sociedade moralista e machista. É um Deus que protege e dá direito às mulheres”, contextualizou, pontuando que muitos dos homens que foram usados por Deus se comportavam de forma equivocada.

“Deus não é machista, os homens que Ele usou ao longo da história, muitos eram. A sociedade e o período cultural que são retratados são machistas. Temos medo de dizer que a Bíblia não tem machismo, mas é lógico que tem. A Bíblia é o retrato cultural de uma época, um recorte no tempo […] A Bíblia tem machismo, homicídio, inveja, porque ela retrata seres humanos vivendo ora pela graça de Deus, ora pela perfídia dos homens”, asseverou Bertotti.

Por fim, Bertotti explica que o feminismo – que prega a relativização do casamento e da vida, através do aborto – não é compatível com a Bíblia, principalmente por conta de sua origem: “Deixei de ser feminista porque eu enxerguei o cristianismo como algo muito maior do que o feminismo. Quando eu entendo que em Cristo nós somos iguais, entendo uma declaração de direitos iguais. A partir do momento em que eu luto para ter o mesmo salário ou para mulher não ser estuprada no ônibus, isso não é feminismo. Estamos falando de direitos civis, de um direito à vida”.

“A raiz feminista que está arraigada no marxismo cultural vai contra toda a filosofia cristã de família e de submissão a Deus. As pessoas dizem que são feministas porque querem direitos iguais para as mulheres, mas a maioria nunca estudou o tema e não sabe de onde vem a filosofia feminista. Se você entender a raiz desse movimento, você vai perceber que a raiz marxista não combina com a filosofia bíblica”, concluiu.
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