sexta-feira, 24 de maio de 2019

Bolsonaro faz primeira visita ao Nordeste desde que foi eleito Presidente participou de reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), realizada no Recife nesta quinta-feira (23).

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Em sua primeira visita ao Nordeste desde que foi eleito, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) participou, nesta quinta-feira (23) no Recife, de uma reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Também participaram do encontro os ministros de Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, e de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, além de dez governadores. (



  1. Nas ruas de Petrolina. MUITO OBRIGADO, PERNAMBUCO! Um forte abraço! 👍
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  2. Excelente notícia! Ganha, mais uma vez, a nossa sociedade. 👍

Zeca Dirceu é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro Doação recebida pelo jovem parlamentar, filho de José Dirceu, foi "um meio de branquear a propina" do petrolão, segundo inquérito da Operação Lava-Jato

Tal qual o seu pai, o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR), filho do ex-ministro-todo-poderoso José Dirceu, foi fisgado pela Operação Lava Jato. O parlamentar é investigado pela suposta prática dos crimes de corrupção passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro, segundo documentos obtidos por VEJA. O inquérito, que está em segredo de Justiça e será conduzido pela Polícia Federal em Brasília, foi instaurado no último dia 18 de outubro a partir de uma decisão proferida pelo ministro Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão no Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com os investigadores da Lava Jato, a Hope Recursos Humanos pagou para José Dirceu e seus aliados propinas de 1,5% dos contratos assinados com a Petrobras. A empresa faturou 3,5 bilhões de reais com a diretoria de serviços da estatal — que era comandada por Renato Duque, preso em Curitiba e apaniguado do ex-ministro da Casa Civil. Parte do dinheiro desviado, segundo procuradores, foi direcionado à campanha de Zeca Dirceu à Câmara dos deputados em 2010. Naquele ano, o parlamentar recebeu uma doação de 10 000 reais de Raul Andres Ortuzar Ramirez, diretor da Hope Recursos Humanos. A PGR suspeita que esses recursos foram descontados da conta dos pixulecos da Hope destinados a José Dirceu.Durante as buscas e apreensões realizadas nos escritórios da empresa Hope Recursos Humanos, no Rio de Janeiro e em São Paulo, foram encontrados documentos que indicam que “doações eleitorais para a campanha de José Carlos Becker de Oliveira e Silva [conhecido como Zeca Dirceu] à Câmara dos Deputados foram originárias dos ajustes espúrios envolvendo as contratações direcionadas da empresa Hope Recursos Humanos com a Petrobras (através da atuação do então Diretor de Serviços Renato Duque) e que se revelaram como um meio de branquear a propina decorrente desse esquema”.
Para esclarecer os fatos, a Polícia Federal deverá ouvir até o fim deste ano o deputado federal Zeca Dirceu e representantes da Hope Recursos Humanos, além do lobista Milton Pascowitch, que delatou o esquema de pagamentos de propinas que encheu os bolsos do ex-ministro petista. A assessoria de imprensa do deputado Zeca Dirceu disse, por meio de nota, que “não há e nunca houve qualquer tipo de tratativa do parlamentar junto às diretorias da Petrobras e as empresas investigadas na Lava Jato. Não existe sequer uma única ligação, e-mail, contato, agenda de reunião, testemunho, delação ou coisa parecida em relação a qualquer atitude do parlamentar”. “Todas as doações recebidas na campanha de 2010 foram legais, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral sem ressalvas”, afirmou.

DELAÇÃO DO EX-PADRE WAGNER PORTUGAL IMPLICA A IGREJA CATÓLICA NA LAVA JATO Ex-braço direito do cardeal arcebispo do Rio vira delator e confessa participação em desvio de R$ 52 milhões

Ex-padre, Wagner Portugal virou delator e confessou corrupção em entidade ligada à cúpula da Igreja Católica que administra hospitais do Rio de Janeiro. Foto: Reprodução
Ex-braço direito do cardeal arcebispo do Rio vira delator e confessa participação em desvio de R$ 52 milhões
ÉPOCA
Um homem que durante anos foi braço direito do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, admitiu participar de esquema de corrupção na Saúde do governo Sérgio Cabral e se tornou delator premiado. O ex-padre Wagner Augusto Portugal, um dos colaboradores da Operação S.O.S., desdobramento da Lava Jato no Rio, confessou sua participação no desvio de R$ 52 milhões dos cofres estaduais envolvendo contratos da Secretaria de Estado de Saúde do Rio com a organização social católica Pró-Saúde em 2013. Uma das linhas de investigação da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) no Rio apura se parte dessa propina bancou despesas pessoais de sacerdotes.
O delator, diretor de Relações Institucionais e de Filantropia da Pró-Saúde, frequentava o Palácio São Joaquim, residência oficial de Dom Orani, e tratava o arcebispo com intimidade, chamando-o de “você” — muito distante do protocolar “Eminência” reservado aos demais cardeais. Afastado do sacerdócio pelo Vaticano por desobediência, a pedido do bispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, Portugal acompanha os passos de Dom Orani desde que ele foi eleito bispo da Diocese de São José do Rio Preto, em São Paulo, em fevereiro de 1997. A entrada de Wagner Portugal nos negócios com a saúde pública, de acordo com investigadores, ocorreu em Belém, no Pará, quando o cardeal atuava como arcebispo da capital paraense, entre 2004 e 2009. Apoiado pelo amigo, o ex-padre assumiu a gestão de seis hospitais públicos paraenses.
As investigações, conduzidas pelos procuradores da República da Operação Calicute, versão da Lava Jato no Rio, caminhavam em segredo até a terça-feira dia 26, quando o ex-governador Sérgio Cabral, em nova estratégia de defesa assentada na confissão, prestou depoimento ao juiz Marcelo Bretas: “Não tenho dúvida de que deve ter havido esquema de propina com a OS (organização social) da Igreja Católica, da Pró-Saúde. Não tenho dúvida. O Dom Orani devia ter interesse nisso, com todo respeito ao Dom Orani, mas ele tinha interesse nisso. Tinha o Dom Paulo, que era padre e tinha interesse nisso. E o Sérgio Côrtes nomeou a pessoa que era o gestor do Hospital São Francisco. Essa Pró-Saúde certamente tinha esquema de recursos que envolvia religiosos. Não tenho a menor dúvida”.
A força-tarefa da Lava Jato ainda busca conexões entre o dinheiro desviado e a vida pessoal de sacerdotes ligados à Pró-Saúde. As investigações apuram se compras de roupas, artigos religiosos, refeições e viagens aéreas, incluindo voos fretados, foram ou não pagas com dinheiro da corrupção. Não há indício até agora do envolvimento direto de Dom Orani no esquema, como insinuou Cabral, nem de que ele soubesse que suas despesas fossem bancadas por dinheiro desviado de contratos públicos.
Dom Orani Tempesta na Catedral Metropolitana do Rio. Mais de 20 anos de amizade com Wagner Portugal, ex-padre que confessou a participação em fraudes de mais de R$ 50 milhões. Foto: Ana Branco / Agência O Globo
Uma das maiores entidades de gestão de serviços de saúde e administração hospitalar do país, a Pró-Saúde é sediada em São Paulo, mas os contratos com o Rio de Janeiro chegaram a representar 50% do faturamento nacional da entidade, que cresceu de R$ 750 milhões em 2013 para R$ 1,5 bilhão em 2015. Hoje, a organização tem sob sua responsabilidade mais de 2 mil leitos e o trabalho de cerca de 16 mil profissionais, sendo 2.900 médicos, atuando na rede do Sistema Único de Saúde.
A organização é comandada por uma diretoria estatutária, formada por cinco sacerdotes católicos liderados pelo bispo Dom Eurico dos Santos Veloso, e contrata diretores executivos para gerir as filiais regionais e os contratos com entes públicos. A organização se define como “alicerçada na ética cristã e na vasta experiência católica de trabalho social, voltada aos mais diversos públicos, nas mais distintas realidades”. “A Pró-Saúde prima pela valorização da vida e pela defesa das condições essenciais para o desenvolvimento das pessoas”, informa em seu site.
As investigações da Lava Jato contra a organização criminosa comandada por Sérgio Cabral desaguaram, no ano passado, na Operação S.O.S., que levou à prisão 21 pessoas, entre elas o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes e os empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita. O objetivo da operação foi aprofundar a investigação sobre as fraudes ocorridas na Secretaria de Estado de Saúde do Rio com a contratação da Pró-Saúde, que administrou vários hospitais estaduais a partir de 2013, como Getúlio Vargas, Albert Schweitzer, Adão Pereira Nunes e Alberto Torres.
As investigações apontam que Iskin tinha influência tanto sobre o orçamento e a liberação de recursos pela Secretaria de Saúde quanto sobre as contratações pela Pró-Saúde, indicando empresas e fornecendo toda a documentação necessária, como cotações de preços e propostas fraudadas, para instruir o procedimento de contratação. Em contrapartida, Iskin cobrava a devolução de 10% sobre o valor dos contratos dos fornecedores da organização social, distribuídos entre os demais membros da organização criminosa, como Sérgio Côrtes e Gustavo Estellita.
Em denúncia encaminhada em outubro ao juiz Bretas contra 30 envolvidos, a força-tarefa relatou que a entrada da Pró-Saúde no estado do Rio foi arquitetada por Miguel Iskin, com aval de Côrtes. A denúncia imputa aos denunciados os crimes de quadrilha, organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo e corrupção ativa e passiva por fatos apurados nas investigações.
Um dos trunfos da investigação foi a delação de Wagner Portugal, reforçada pela colaboração de sua irmã, Wanessa Portugal, que morreu em janeiro passado, e de outros quatro delatores. Wagner e Wanessa, ambos advogados, mantinham em São Paulo, na época, um escritório que funcionava na prática como o departamento jurídico da Pró-Saúde. Eles detalharam o esquema de corrupção, que usava contratos fictícios de fornecimento e prestação de serviços para o desvio dos repasses do governo fluminense.
De acordo com uma das linhas de investigação, reforçada a partir da declaração de Cabral — “Dom Orani devia ter interesse nisso”, disse o ex-governador —, a Cúria Metropolitana pressionava o então secretário de Saúde Sérgio Côrtes a interceder pela liberação dos pagamentos à Pró-Saúde. No depoimento à Justiça Federal, Cabral também citou “Dom Paulo”, provavelmente se referindo a Dom Paulo Cezar Costa, ex-bispo-auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, um dos organizadores da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em 2013 e atual bispo diocesano de São Carlos, em São Paulo.
Conhecido como uma figura influente nos bastidores da Igreja Católica, com boa interlocução no mundo empresarial, Wagner Portugal era visto como o homem forte da Pró-Saúde, usando outros sacerdotes e executivos para conduzir indiretamente a entidade. Gostava de contar vantagem em público sobre a proximidade com políticos, autoridades e até sobre um grande trânsito junto à Fiesp. A família do ex-padre é formada por cafeicultores do município mineiro de Boa Esperança, a 295 quilômetros de Belo Horizonte, onde os Portugal cuidam de três fazendas.  

Retirada do COAF de Moro é uma afronta ao povo brasileira', declara Modesto Carvalhosa

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Na manhã desta quinta-fera (23), o jurista Modesto Carvalhosa, responsável por protocolar o pedido de impeachment de Gilmar Mendes, publicou em suas redes sociais sua aversão à votação da Câmara dos Deputados que retirou o COAF do Ministério da Justiça, sob comando de Sergio Moro. Na publicação, Carvalhosa defendeu que esta votação seja anulada judicialmente, uma vez que fere o artigo 84 inciso VI da Constituição. O jurista ainda criticou os deputados por, ao votarem a favor da retirada do COAF de Moro, estariam acobertando corruptos que dominam a Câmara. Veja a publicação na íntegra, seguida do vídeo: "Ontem à noite, a Câmara, ao votar a MP 870, não aumentou o número de ministérios, mas, em compensação, como quem deve teme, retirou de Moro a importantíssima arma de combate aos corruptos, que é o COAF. É de uma violência desmedida que precisa ser refutada a qualquer custo. Onde está a maioria dos novos deputados que foram eleitos com a missão de extirpar a corrupção do Brasil? Esta votação deve ser anulada judicialmente porque é da atribuição exclusiva do Presidente da República dispor sobre a organização e funcionamento da Administração Federal conforme o artigo 84 inciso VI da constituição. A retirada do COAF das mãos do Moro é uma afronta ao povo brasileiro, rompe com o que foi clamado nas urnas. Somente comprova que a Câmara está dominada pelos corruptos que ainda assombram o nosso país. Esta votação é simplesmente inaceitável. Agora, olhando para a luta do dia de hoje, queremos crer que os senhores deputados, ao retomar a votação da mesma medida, não sejam tão corrutpos e, diferentemente de ontem, possam ser tomados de algum patriotismo e decidam que a Receita Federal continue autorizada a comunicar às autoridades competentes a ocorrência de crimes conexos aos tributários. Estaremos, pois, atentos ao que o plenário da Câmara fizer. Afinal, será pedir demais que os mandatos populares sejam exercidos em benefício da luta contra a corrupção e não para acobertar os corruptos que dominam a Camara


fonte:
www.cuiabaemrevista.com.b

Em rede social, atriz Regina Duarte defende fim do STF e convoca seguidores para manifestações


Em uma série de publicações, a atriz da TV Globo pede o “fim da impunidade” e defende o fim do STF
Nas últimas horas, a atriz Regina Duarte usou seu perfil no Instagram para chamar seus seguidores às ruas neste domingo (17) e participarem de manifestações contra o Supremo Tribunal Federal e a favor da Operação Lava Jato.
Em uma série de publicações, a atriz da TV Globo pede o “fim da impunidade” e defende o fim do STF. Em uma das publicações, a imagem diz “Se acabar o STF, com certeza acaba a corrupção”. No Twitter, Regina Duarte já era o segundo assunto mais comentado no início da tarde deste domingo (17).Em outra postagem, Regina Duarte escreve na legenda: “Vem pra rua Brasil para salvar nossa nação dos males da impunidade”.
Apoiadora do Governo de Jair Bolsonaro, a atriz é engajada politicamente nas redes sociais e já, inclusive, realizou visita ao atual presidente da República quando ainda estava em campanha para o segundo turno.

Manifestações pelo País

Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela competência da Justiça Eleitoral para julgar processos da Operação Lava Jato envolvendo crimes comuns e caixa dois. A decisão trouxe consigo as críticas de políticos e da sociedade aos ministros da Corte. Nome importante a se manifestar contrário à decisão foi o próprio presidente Jair Bolsonaro.
Motivados por políticos e pela própria decisão do STF, movimentos de direita convocaram manifestações contra os ministros da Corte e em defesa da Lava Jato neste domingo (17). Segundo descrições de eventos no Facebook, a decisão foi uma forma “covarde” de se acabar com a Lava Jato.


Os atos foram convocados em diversas cidades do País. O MBL (Movimento Brasil Livre) é o que mais infla o pedido para que a população vá às ruas. O movimento convocou manifestações em 19 Estados e no Distrito Federal. São eles: Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.
Os movimentos Vem Pra Rua, Nas Ruas, Direita Cascavel, Endireita Fortaleza, Direita Zona Norte Rio de Janeiro e Vem pra Rua Floripa endossam a convocação.

Atenção

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