terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Papa honra ativista abortista com medalha pontifícia>>>O Papa Francisco concedeu o título de “Comandante da Ordem da Cavalaria Pontifícia de São Gregório o Grande” para Lilianne Ploumen, política holandesa e agitadora radical de direitos de aborto.

Papa Francisco e ativista abortista Lilianne Ploumen
No ano passado, Ploumen fundou uma organização pró-aborto chamada “Ela Decide,” que oferece financiamento e apoio para ONGs internacionais que fornecem, facilitam ou fazem campanha em prol do aborto.
A Ordem de São Gregório o Grande foi fundada pelo Papa Gregório XVI em 1831, sob o patrocínio do Papa São Gregório 1. É concedida aos que se distinguiram em serviço público ou apoio dado à Igreja Católica.
Durante a cerimônia de investidura, o prelado que patrocina o candidato recita uma formula notando que a posição de membro da Ordem Pontifícia de São Gregório o Grande “é concedida como recompensa por serviços à Santa Sé e à Igreja Católica aos cavalheiros e damas de lealdade comprovada que precisam sustentar fidelidade total a Deus, ao Supremo Pontífice, à Santa Sé e à Igreja Católica.”
A aprovação dos candidatos para essa honra elevada deve ser dada pelo próprio papa.
Aborto é só uma das áreas em que o ativismo público de Ploumen entra em conflito com o verdadeiro Cristianismo.
Como apoiadora radical da agenda homossexual, Ploumen “incentivou homossexuais a interromperem a missa numa catedral na Holanda depois que foi negada a hóstia a um homossexual assumido em 2010.
Em setembro passado, Ploumen deu também uma palestra importante no Grupo Principal LGBT da ONU.
Embora o Papa Francisco critique abertamente o aborto, chamando-o de “pecado muito grave” e “crime horrendo,” suas atitudes às vezes desconcertam católicos pró-vida.
Tal discrepância não é de forma alguma uma qualidade exclusiva do Papa Francisco. O maior papa pró-vida da Igreja Católica, o Papa João Paulo 2, muitas vezes recebia no Vaticano Yasser Arafat, fundador da entidade terrorista islâmica OLP (Organização para a Libertação da Palestina). Arafat tinha um currículo de assassinatos de homens, mulheres e crianças de Israel.
João Paulo 2 era um apoiador da causa palestina.
Não dá, em hipótese alguma, para conciliar princípios bíblicos com o apoio a abortistas e terroristas islâmicos da causa palestina. Mas os papas têm conciliado sua fé católica com tudo isso e muito mais.
Com informações do Breitbart.
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