SIGA-ME

SIGA-ME

Seguidores da revista

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

sábado, 12 de maio de 2018

Militares se unem para lançar 71 candidatos A maior parte dos postulantes ligados as Forças Armas pertencem ao PSL, mesma legenda de Jair Bolsonaro


Motivados pelo desempenho do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), pré-candidato à Presidência, nas pesquisas eleitorais, pelo menos 71 militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica lançaram pré-candidaturas a vagas no Congresso e no Executivo em 25 Estados e no Distrito Federal. Por enquanto, só o Acre não tem pré-candidato nesse seguimento. Parte deles se reuniu na última terça-feira, 8, pela primeira vez, em Brasília para unicar o discurso. Bem ao estilo militar, a reunião começou pontualmente no horário marcado, com pouco mais de 30 participantes. A mesa foi composta apenas por generais, hierarquicamente superiores aos demais nas Forças.
 Cada presente se apresentou e os discursos, feitos sem interrupção, tinham como tema principal o combate à corrupção e o direito de militares de se candidatar a cargos eletivos. Os pré-candidatos usaram frases e slogans para armar trabalhar com princípios de "honestidade" e "defesa dos interesses do País" cultivados, segundo as Forças, nos quartéis. Mesmo ausente, Bolsonaro foi lembrado no evento, realizado em na Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), na área central de Brasília (DF). O presidenciável foi convidado, mas não compareceu - o que rendeu críticas de militares, que preferiu não se identicar. Na próxima quarta-feira, 9, o grupo pretende ir ao Congresso para se encontrar com o deputado. O discurso mais contundente da reunião foi do general de Exército da reserva, Augusto Heleno, que não se coloca como candidato, mas é pressionado por aliados a entrar para a política. General Heleno primeiro rejeitou a tese de formar uma "bancada militar" sob justicativa de não poder existir divisão entre sociedade civil e Forças Armadas. O general esta diferença "um preconceito" e "uma invenção da esquerda". Bolsonaro Heleno armou ainda que Bolsonaro "não é o candidato dos seus sonhos", mas "é o único com possibilidade de mudar o que está aí porque todos querem uma faxina no País". Para o general, momento não é de "olhar pelo retrovisor e car elogiando o regime militar, mas de olhar para frente e buscar mudanças no País". Heleno saiu em defesa do pré-candidato do PSL. "Exigem do Bolsonaro o que nunca exigiram dos outros candidatos. Querem que o Bolsonaro seja a mistura de Churchill, Margareth Thatcher, Ronald Reagan, o Papa Pio XII. Essa cobrança nunca foi feita antes aos outros", disse. "Bolsoraro tem defeito? Tem defeitos. Mas é o único que se apresenta pelo menos com a intenção e a possibilidade de mudar o que está aí. Daí essa grande reação ao nome dele, que está sendo até chamado de fascista, o que é um absurdo, porque quem não é de esquerda é tachado de fascista, o que ele não é, sem direito de defesa", armou o general, quando foi aplaudido pelos colegas.
Heleno disse: "ao contrário do que alguns entendem, Bolsonaro não vai poder governar sozinho e vai ter de  A mesa de discussão foi conduzida pelo general Girão Monteiro, pré-candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Norte – visto como organizador dos pré-candidatos militares no país. Monteiro defendeu a tese de os militares terem "direito de votar e ser votado, como qualquer outro segmento da sociedade". Segundo o organizador, "temos de funcionar como agentes de mudança do País". Para o general, os militares, com esta mobilização, "estão dobrando a esquina e a dobrada é para o lado direito".
Partidos A maior parte dos pré-candidatos ligados às Forças Armadas é da legenda de Bolsonaro, o PSL - 60 deles são liados a legenda. Dos 71 postulantes, entre militares da reserva e da ativa, há uma única mulher. A coronel da reserva do Exército Regina Moézia de 54 anos, pré-candidata a deputada distrital em Brasília. Terceira geração de militares da família - integrante da primeira turma de mulheres do Exército -, coronel Regina diz estar acostumada a lidar com grupos majoritariamente masculinos. Coronel Regina articula nas mídias sociais para se eleger. Este tem sido o principal meio de comunicação dos pré-candidatos militares - que veem na falta de recursos e na liação a partidos pequenos e sem dinheiro um dos principais obstáculos para se elegerem. Além do PSL, outros militares vão lançar candidaturas por 13 partidos - PSDB, PSC, PR, PEN, PRP, PRTB, Novo, Patriotas, DEM, PHS, PROS, PTB e PSD. Várias patentes têm representantes - desde generais até coronéis, sargentos e capitães. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 
fonte:http://noticias.band.uol.com.br
Postar um comentário

Comentarios