quinta-feira, 5 de julho de 2018

“Este é um encontro de soldados. Um encontro para reverenciar uma vida interrompida, em circunstância brutal, na fase mais rica da sua juventude.


“Este é um encontro de soldados. Um encontro para reverenciar uma vida interrompida, em circunstância brutal, na fase mais rica da sua juventude.
A morte do Soldado Mário Kozel Filho, em 1968, foi consequência do ambiente da guerra fria que se refletia no mundo e penetrava no Brasil. Um período de entusiasmos artificializados, de intolerâncias incitadas e de paixões extremadas que faziam os brasileiros míopes para a realidade civilizada. Foi um tempo que nos dividiu, que fragmentou a sociedade e nos tornou conflitivos.
A fratura da sociedade é uma experiência para ser lembrada. Nos deixou ensinamentos que não podem ser esquecidos ou negligenciados.
Aquele incidente com o Soldado Kozel, vítima inocente do terrorismo, nos obriga a exercitar o maior ativo humano - a capacidade de aprender.
Agora é um momento que nos aconselha, aos brasileiros e às instituições, a prudência nos ânimos, que pede sabedoria para iluminar o futuro e, principalmente, exige a união dos esforços para construí-lo.

O período que atravessamos clama pela interrupção dos fracionamentos induzidos pelas políticas identitárias trazidas no bojo das ideologias contemporâneas, faz necessário que as instituições cumpram os papéis que lhes são destinados e impõe a submissão das querelas pessoais e institucionais aos interesses da nação, de forma a colocar o Brasil acima de tudo.”
FONTE:https://www.facebook.com/pg/joicehasselmann/posts/?ref=notif
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