segunda-feira, 30 de julho de 2018

“Nenhuma mãe nasce para enterrar o filho”, diz Eyshila em comovente entrevista


A morte de Matheus Oliveira foi lembrada pela cantora Eyshila durante uma entrevista concedida ao programa Promessas no G1, na última quinta-feira, 26 de julho. A superação da tragédia e a forma como a família enfrentou a adversidade foram parte do testemunho da artista.
Ao longo do da entrevista, Eyshila relembrou como ajudou o marido, pastor Odilon Santos, a superar a dependência química no passado e também se aprofundou no assunto referente à morte do filho, em decorrência das complicações de uma meningite viral.“Eu tinha 17 anos quando me apaixonei por um homem da igreja, filho do pastor, e no decorrer do namoro eu descobri que ele era viciado em cocaína e maconha”, pontuou. “Uma semana antes, ele teve uma recaída e eu estava com medo até que ele não fosse no nosso casamento. Era uma luta muito grande, mas casamos”, acrescentou a cantora.
O testemunho, bastante conhecido do público cristão, foi levado também ao público secular que acessa o portal de notícias do Grupo Globo: “Eu tinha um sonho e uma promessa de casar com alguém que se tornaria um pastor. Então eu decidi e disse pra ele: ‘eu só vou orar e te amar’”, revelou Eyshila, acrescentando que o marido está sóbrio há 22 anos.
A artista pentecostal também pontuou que seu ministério é marcados por superações e lembrou do episódio em que teve um problema que tirou sua voz. “Às vezes queremos abraçar tudo. Mas fui obrigada a parar e cheguei a perder a voz. E tudo vira música, foi quando surgiu a música: ‘Nada pode calar um adorador’”.

Luto

A perda do primogênito foi uma situação que exigiu muito da família de Eyshila. “Mateus foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Ele teve meningite viral que evoluiu para um edema, ele teve uma hemorragia, chegou a operar, quatro dias depois teve morte cerebral”, recapitulou.
Ao longo da internação do filho, Eyshila contou com a “oração de pessoas de várias partes do mundo”. Na entrevista, ela frisou que não se nega a falar sobre a morte do filho porque entende que seu recomeço pode ser uma esperança para outras mães também de luto. “Nenhuma mãe nasce para enterrar seu filho. Não é a ordem natural das coisas. Isso nos leva refletir sobre a brevidade da vida. Hoje, valorizo muito mais as pessoas do que as coisas, hoje eu entendo o valor de uma vida”, enfatizou.
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