sábado, 1 de setembro de 2018

MP de São Paulo queria inquérito contra Alckmin (PSDB) com investigadores da Lava Jato no estado; para o STJ, denúncia congura crime eleitoral

Resultado de imagem para alckmin e temer
Marcos Corrêa/PR Temer e Alckmin e aproximaram após o impeachment; agora, ex-governador quer distanciar sua imagem do presidente
A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, determinou que o inquérito contra o exgovernador de São Paulo Geraldo Alckmin, que perdeu o foro privilegiado após renunciar ao governo do estado, será remetido para a Justiça Eleitoral. Leia também: Temer é intimado a depor como testemunha de defesa de Eduardo Cunha.Alckmin deixou o palácio dos Bandeirantes para disputar a presidência da República. A expectativa dos procuradores que trabalham na força-tarefa da Lava Jato em São Paulo era que o processo contra o governador caria a cargo deles. A ministra Andrighi, contudo, entendeu que a denúncia contra o ex-governador, se provada, congura crime eleitoral, não cabendo, portanto, à Lava Jato investigá-la. Antes de renunciar ao governo paulista, a investigação contra Alckmin corria em segredo de justiça no Superior Tribunal de Justiça e estava a cargo da ministra. Enquanto governava o estado, o tucano foi apontado por delatores da Odebrecht por ter, supostamente, recebido R$10 milhões em caixa 2 para suas campanhas eleitorais em 2010 e 2014. De acordo com executivos da empreiteira, o dinheiro teria sido entregue, em frações, ao cunhado de Alckmin, Adhemar Cesar Ribeiro, que também responde ao inquérito. Leia também: Juiz nega prisão preventiva de amigos de Michel Temer Foi a Procuradoria-geral da República, na pessoa do vice-procurador Luciano Mariz Maia, quem pediu que o processo fosse remetido à Justiça Eleitoral. Agora, a investigação seguirá em segredo
judicial. Caso a Justiça julgue conveniente, contudo, provas do processo poderão ser compartilhadas com a força-tarefa da Lava Jato. Antes da decisão, o deputado federal Major Olímpio (PSL-SP), desafeto do ex-governador, havia pedido que a Procuradoria-Geral da República remetesse o processo contra Geraldo Alckmin ao juiz Sergio Moro, em Curitiba. Em sua página nas redes sociais, o deputado não justicou porque a investigação deveria ser remetida ao juiz, comentando apenas: “Moro nele! A casa está caindo para o Santo!”, ironizou. Há precedentes, contudo, de fatos ocorridos em outros estados que foram julgados por Moro , como o do próprio apartamento no Guarujá que, para os promotores, pertence ao ex-presidente Lula. Geraldo Alckmin , que foi atendido em seu pedido de que o processo fosse para a Justiça Eleitoral, armou que cará “rapidamente” provada sua inocência no caso. Leia também: Advogado da irmã de Aécio Neves pede para STF adiar julgamento de denúncia 
Fonte:https://ultimosegundo.ig.com.br
Postar um comentário

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

Comentarios