segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Professores protestam contra Alckmin: 'Queremos um salário digno'

Profissionais da rede estadual realizam assembleia e reivindicam reajuste salarial. Apeoesp entrou com ação na Justiça para conseguir o aumento de 10,15% e alcançar o piso determinado por lei federal
São Paulo – Assembleia da Apeoespentidade que representa os professores estaduais de São Paulo,  no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), nesta quinta-feira (8), aprovou a pauta da campanha salarial da categoria neste ano. As principais bandeiras são a luta contra a reforma da Previdência, o reajuste de 10,15% nos salários – obtido na Justiça, mas negado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) – e contra a privatização da educação. A reportagem é da TVT.
Para exigir o cumprimento da decisão judicial sobre o reajuste de 10,15%, a Apeoesp ajuizou uma ação na Justiça, para obrigar o estado  a cumprir uma lei federal que determina um valor mínimo do piso salarial da categoria", explica o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo. Os professores acompanham a tramitação de projeto na Assembleia Legislativa. 
O mínimo que deveria ser pago a professores da educação básica da rede pública estadual é R$ 2.298,80. Em São Paulo, porém, a categoria está sem reajuste de 2014. "O governo Alckmin acaba brincando com o professor, Colocou na rede social que tinha dado um aumento. Eu recebo hoje R$ 1.400 e o que o trabalhador faz com esse dinheiro?", lamenta a professora Fernanda Feliciano.
Outros problemas na estrutura educacional paulista também foram levantados s durante a assembleia. "Temos superlotação nas salas, que tem provocado a redução de empregos e da qualidade de ensino. A luta tem uma pauta extensa. Como é uma categoria majoritariamente feminina, por conta do machismo ela sofre muito com uma dupla ou tripla jornada de trabalho", afirma o secretário de Comunicação da Apeoesp, Roberto Guido.
A presidenta do sindicato, Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel, afirmou que 2018 será um ano de luta intensa, principalmente para as mulheres. "Teremos as eleições gerais e a mulher tem de querer fazer parte da política, sim. Ela tem de fazer o debate de qual é o candidato ou a candidata que ela quer ter. Hoje é um dia que demarca a luta em São Paulo para conversarmos sobre um projeto para o estado e para o país."
Assista à reportagem:
FONTE:https://www.redebrasilatual.com.br
Postar um comentário

Atenção

* A Revista Esperançanossa- não formula notícias, artigos ou vídeos, salvo quando os mesmos são citados como criação própria. Todas as nossas publicações são reproduções fiéis de sites de terceiros. Sendo assim, o conteúdo e/ou opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores, cujas informações estão contidas nos links da fonte, e não refletem, necessariamente, a opinião da Revista Esperançanossa

Comentarios