terça-feira, 27 de novembro de 2018

“Após cirurgia de troca de sexo, 41% dos transsexuais tentam o suicídio”, diz estudo

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Pesquisa aponta que quase metade dos que fizeram o ato cirúrgico já tentaram se matar

Médicos, psicólogos e educadores, que subscrevem a chamada teoria de gênero ou ideologia de gênero, insistem em recomendar as cirurgias de mutilação e os perigosos tratamentos hormonais, que destroem fisicamente os jovens.Mas uma verdadeira epidemia de suicídios entre essas pessoas que se submetem a este tipo de tratamento tem sido ignorada, tornando-se uma tragédia silenciosa. A maior parte das pessoas que se submete a esses processos acaba admitindo grande arrependimento e alegam que a mutilação dos órgãos sexuais não trouxe o sentimento esperado.
Um estudo feito pela Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio e do Instituto Williams, publicado em agosto de 2015, e divulgado pelo LifeSiteNews, chocou a comunidade médica, e mais ainda os movimentos LGBT, ao redor do mundo. O documento relatou, através de diversas entrevistas, que “pessoas que sofrem de ‘confusão de gênero’ são estimuladas pela cultura atual a ‘serem elas mesmas’, rejeitando o próprio sexo com que nasceram e partindo para uma cirurgia reparativa” e que, isso “está causando uma epidemia de depressão e suicídios entre essas pessoas”. E continua o relatório:“Mais de 41% das pessoas ‘transgêneros ativas’ (que realizou a troca de sexo) tentam se matar. Isso corresponde a taxa média de suicídio da população (4,6%) multiplicado por dez. E este estudo não é a única prova de que aqueles que procuram viver como se fossem do sexo oposto estão de fato, matando-se. Mais de uma dúzia de outros inquéritos em todo o mundo encontraram as mesmas assustadores taxas de suicídio.
Uma pesquisa nacional com mais de 6.500 pessoas trans perguntou: ‘Você já tentou se suicidar?’. 41% respondeu: ‘sim’.”
Os sintomas que acometem pessoas que tentam mudar de sexo são, principalmente:
– níveis cronicamente elevados de estresse;
– ansiedade;
– e depressão.
“Muitas vezes, ainda, as pessoas relatam que se automutilam com cortes, uma vez que isso aliviaria as dores emocionais.”
Em depoimento ao Fantástico, da Rede Globo, um transexual brasileiro chamado ‘Léa T’, serve de alerta. Mesmo diante da insistência da repórter em mostrar que o transexual estaria muito feliz após o procedimento cirúrgico, o que ficou claro é que ‘Léa T’ está sentindo uma completa amargura e infelicidade. Leia trechos da entrevista, feita pela repórter Renata Ceribelli:
Ceribelli: “A Lea T. fez a cirurgia de troca de sexo em março de 2012, mas só agora, quase um ano depois, ela se sente à vontade para falar sobre o assunto. Por quê?”
Lea: Porque a cirurgia é uma cirurgia complicada, não é uma cirurgia simples. É uma coisa muito íntima. Estou meio sensível, estou meio voada em algumas coisas, tentando entender algumas coisas. Mas eu acho que agora eu tô começando a conseguir falar a respeito dessa cirurgia, a respeito dessa pequena e grande mudança que eu fiz.
Ceribelli: Quanto tempo você ficou no hospital?
Lea: Eu fiquei no hospital um mês e meio.
Ceribelli: Em algum momento você falou: ah, eu não devia ter feito isso?
Lea: Eu fiquei um mês, sentindo dor, pensando nisso. Eu não aconselho essa cirurgia pra ninguém. Eu achava que a minha felicidade era embasada na cirurgia. Mas, não foi. Não é isso.
Ceribelli: Me lembro da nossa entrevista, bem antes de você fazer a cirurgia, você dizia que não se sentia uma mulher completa sendo uma mulher no corpo de homem. Depois da cirurgia, hoje você já diz: eu sou uma mulher completa?
Lea: Não, não!
Ceribelli: Você continua com o seu lado masculino?
Lea: Eu continuo. Eu tenho minha parte masculina. Eu calço 42. Eu tenho uma mão enorme, eu tenho o ombro largo. Eu tenho umas coisas masculinas no corpo.
E a entrevista prossegue mais um pouco.
Lea: eu entendi que isso tudo é uma bobeira.
Ceribelli: Você hoje é 100% mulher?
Lea: Não. Eu nunca vou ser 100% mulher.

No Brasil

No Brasil, o ‘tratamento’ para troca de sexo é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde agosto de 2008, conforme a publicação da Portaria Nº 457 e até o ano de 2014, foram realizados mais de 6.724 procedimentos ambulatoriais e 243 procedimentos cirúrgicos pelo SUS.
O procedimento padrão, antes da cirurgia, é realizar um acompanhamento ambulatorial com assistência integral no processo transexualizador. A idade mínima para os procedimento ambulatoriais é de 18 anos, os quais incluem acompanhamento multiprofissional e hormonoterapia. Para procedimentos cirúrgicos, a idade mínima é de 21 anos.
SUB-FONTE:https://www.diarioconservador.org/2
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