segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Executivo confirma que palestras de Lula eram disfarce para pagar propina ao ladrão por contratos superfaturados

O ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar,  um dos executivos da empreiteira mais próximos do ex-presidente Lula, confirmou em seu depoimento à Procuradoria-Geral da República que as palestras de Lula eram mesmo formas dissimuladas de repassar propina ao petista.

No vídeo abaixo, Alexandrino confirma que a Odebrecht simulava contratos com a empresa de palestas LILS (Luis Inácio Lula da Silva) para compensar negócios vantajosos que o petista havia garantido para a empreiteira durante seus dois anos de mandato, entre 2003 e 2010. Na prática, as palestras serviam para ocultar o recebimento de comissões do dinheiro que ajudou a Odebrecht a roubar dos cofres públicos.

A empreiteira pagava Lula valores entre U$ 200 e U$ 300 mil dólares por cada contrato. Estes valores não tinham qualquer relação com outros valores depositados para Lula em sua conta no banco de propina da empreiteira. O petista chegou a ter um saldo de R$ 40 milhões no departamento de propina da Odebrecht.




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