quinta-feira, 16 de maio de 2019

GREVE ABRE GUERRA ENTRE PROFESSORES E PAIS DE ALUNOS EM COLÉGIO TRADICIONAL DO RIO Um pai que desaprovou a medida está coletando assinaturas para uma carta de repúdio ao Colégio Santo Agostinho

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Professores do Colégio Santo Agostinho, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro, no Leblon, decidiram aderir à greve nacional da educação que acontecerá amanhã, 15 de maio. Um pai que desaprovou a medida está coletando assinaturas para uma carta de repúdio à instituição e, de certa maneira, em defesa do governo Bolsonaro.
No documento, Eduardo Vieira, pai de um aluno do colégio, defende os cortes feitos na educação como medida emergencial, além de afirmar que o movimento de protestos foi idealizado pela esquerda e é um ataque ao governo Bolsonaro.
“Em primeiro lugar a submissão do corpo docente deste colégio ao Sindicato dos Professores, dominado pela ideologia marxista que é absolutamente contra o cristianismo e luta contra todos os valores que um colégio católico defende é uma lástima e um absurdo”, escreveu Vieira em um trecho do texto.
“Não é, definitivamente, tarefa do corpo docente de uma escola usar seus postos para exercer pressão política de qualquer natureza. Isso pode ser feito individualmente sem o uso do cargo de professor e sem atrapalhar o andamento das aulas. Ou seja, em seu tempo livre e privado”, pontuou.
No trecho, Vieira também ataca a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entidade que, segundo ele, não teria nenhum vínculo com a Igreja. A CNBB é a principal organização católica no Brasil.
“Concluo então que, se o corpo docente do CSA-Leblon defende estas pautas, está em total desalinho com a expectativa dos pais dos alunos deste colégio e da sociedade brasileira que elegeu o presidente Jair Messias Bolsonaro para cumprir suas promessas de campanha. Muito me espantará se a direção concordar com esta paralisação e com o teor da nota apresentada pelo corpo docente”, cobrou Vieira.

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