terça-feira, 25 de junho de 2019

O massacre do menino Rhuan foi “guiado” pela ideologia de gênero, denuncia Vereza


Um casal de mulheres esquartejou um pequeno garoto em Samambaia Norte (DF). Um crime bárbaro e abominável.
Antes, porém, da consumação do crime, o casal tentou transformar esse menino em menina, seguindo certamente os ‘ensinamentos’ da ideologia de
gênero
Para tanto, as duas mulheres mutilaram o garoto, cortaram o seu pênis e deixaram o cabelo dele crescer. A terrível profundidade de tais atitudes está sendo praticamente ignorada pela sociedade. O ator e ativista político Carlos Vereza, reagiu indignado. Veja abaixo o que postou em suas redes sociais: “Não é possível que o massacre do menino Rhuan não mobilize a sociedade. Não basta execrar as assassinas. Urge entender a ideologia que guiaram seus atos. Há responsáveis que ao longo dos últimos anos, incensaram a ideologia de gênero, que receberam embevecidos a líder “ intelectual “ desse absurdo - Judite Butler. É só pesquisar. A sórdida ideologia prega que a criança não é menino ou menina, que tal “ fato” seria devido a uma “construção cultural!” Foi o que fizeram com Rhuan. Tentaram transformá-lo numa menina, ainda que para tal ignomínia o mutilassem. Há dois anos, filas de país de família se formaram para assistir as exposições Queer, que mostravam à farta, pedofilia, zoofilia, racismo, desrespeito a imagens sagradas. Era a preparação “ cultural” que, fatalmente, resultaria num exemplo “prático”. Rhuan foi sacrificado neste diabólico laboratório. E proliferaram avalanches de teorias trans, de lugar da fala, de meu corpo minhas regras; a orquestração, o caldo de cultura que exigia uma vítima para avalizar o homem

fonte:https://www.jornaldacidadeonline.com.br

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